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Informações Úteis Para os Estudantes da UFSC

Escola de Verão em Matemática da UFSC Blumenau recebe inscrições para a lista de espera
Publicado em 18 de janeiro de 2017

Entre janeiro e fevereiro de 2017, o curso de Licenciatura em Matemática da UFSC Blumenau estará oferecendo a Escola de Verão em Matemática. São três minicursos disponíveis:

Análise Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias (vespertino);

Introdução à Programação Linear (noturno);

Introdução à Topologia dos Espaços Métricos (noturno).

As 32 vagas para cada minicurso já foram preenchidas, porém os interessados podem se inscrever para a lista de espera que será utilizada para preencher as vagas iniciais de inscritos desistentes.

Mais informações e inscrições: verao.ufsc.br

Dúvidas: verao.bnu@contato.ufsc.br

cartaz

Fórum Brasileiro de Direitos Humanos e Saúde Mental recebe inscrições com descontos
Publicado em 18 de janeiro de 2017

O 3º Fórum Brasileiro de Direitos Humanos e Saúde Mental, realização da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme), terá como tema “Democracia, saúde mental e violações de direitos: consequências humanas” e pretende discutir temas emergentes e persistentes na área dos Direitos Humanos e Saúde Mental no Brasil e no âmbito internacional. O encontro será de 28 a 30 de junho na Universidade Federal de Santa Catarina.

O Fórum está com descontos antecipados para inscrições até 20 de janeiro.

Os debates se organizarão em torno de 13 eixos temáticos que abordarão tópicos de extrema importância para os profissionais que militam no campo dos direitos e da saúde, para os usuários do sistema, seus familiares e a sociedade em geral.

O Fórum apresentará o estado da arte nestes campos, com discussões científicas, políticas, apresentações de trabalhos, atividades artísticas e culturais, com o engajamento de ações de economia solidária, protagonizando um evento que já faz parte da agenda essencial no cenário técnico, acadêmico e social no Brasil.

Confira os valores para se inscrever no Fórum:

Profissional Associado
R$ 100,00 até 20/01
R$ 200,00 até 27/02
R$ 350,00 até 21/06
R$ 450,00 até o dia do evento

Profissional Não Associado
R$ 200,00 até 20/01
R$ 400,00 até 27/02
R$ 500,00 até 21/06
R$ 600,00 até o dia do evento

Estudante, usuário, familiar ou representante de movimento social, Associado
R$ 50,00 até dia 20/01
R$ 100,00 até 27/02
R$ 180,00 até 21/06
R$ 270,00 até o dia do evento

Estudante, usuário, familiar ou representante de movimento social,  Não Associado
R$ 80,00 até 20/01
R$ 150,00 até 27/02
R$ 250,00 até 21/06
R$ 350,00 até o dia do evento

Mais informações na página do Fórum, no site da Abrasme, no Facebook, pelo e-mail forumdhsm@gmail.com ou pelo telefone (48) 3721-4182.

Abertas as inscrições para a 21ª edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul
Publicado em 18 de janeiro de 2017

O Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM) 2017 recebe até 10 de março as inscrições para as cinco mostras competitivas do Festival. Podem participar documentários de longa e média-metragem, filmes de temática infantojuvenil em todas as metragens, curtas de todos os gêneros, com até 30 minutos de duração, e videoclipes de até cinco minutos. Os filmes inscritos irão concorrer nas seguintes categorias: Mostra de Curtas Mercosul e Catarinense, DOC – FAM, Mostra Infantojuvenil e Mostra Videoclipe. As inscrições são gratuitas no site www.famdetodos.com.br.

O 21º Florianópolis Audiovisual Mercosul será realizado de  20 a 25 de junho, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

O FAM é um espaço de formação de público, difusão da produção latino-americana e regional, além da reunião de profissionais do setor. Já são mais de duas décadas de dedicação ao desenvolvimento da cinematografia dos países membros do Mercosul.

Exigências

Ficou mais fácil realizar a inscrição dos filmes no FAM. Nas categorias Curtas Mercosul, Curtas Catarinenses e Infantojuvenil, não há obrigatoriedade de legenda no momento da inscrição, sendo exigido apenas a lista de diálogos. Na Mostra Doc-FAM, os filmes deverão ter legenda embutida no arquivo de vídeo.

Outra novidade é que os filmes selecionados para o Festival não precisam ter a classificação indicativa. O FAM se responsabiliza de submeter as obras ao Sistema de Classificação Indicativa Brasileiro, sem custo para os realizadores.

Podem participar filmes finalizados a partir de 2015 e o ineditismo é desejável, porém não é critério de desclassificação, mas sim de desempate. O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.famdetodos.com.br

Florianópolis Audiovisual Mercosul

Consolidado como um dos principais eventos de cinema do Brasil e da América do Sul o Florianópolis Audiovisual Mercosul já exibiu mais de 2 mil filmes, para um público de mais de 300 mil pessoas. Em 2017, o FAM chega na Vigésima Primeira Edição, sempre com dedicação total para o desenvolvimento da cinematografia dos países membros do  Mercosul. O Festival é um grande encontro daqueles que pensam, produzem, criam e amam o cinema.

Mais informações no site www.famdetodos.com.br

Fonte: Assessoria de comunicação do FAM.

Estudo relaciona modelos de informações nutricionais com alimentação mais saudável
Publicado em 17 de janeiro de 2017

Uma pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)  mostrou que os estudantes universitários optam por refeições mais saudáveis nos restaurantes dependendo do tipo de informação mostrada nos cardápios. O estudo foi realizado no Brasil e na Inglaterra, onde eram apresentados cardápios com diferentes informações nutricionais aos estudantes antes de se servirem. A pesquisadora espera que a partir do estudo possam ser adotadas medidas legislativas com relação às informações nutricionais nos cardápios do Brasil e do mundo.

A pesquisa, conduzida em duas etapas, fez parte da tese de doutorado da nutricionista Renata Carvalho de Oliveira, com orientação da professora do Departamento de Nutrição da UFSC, Rossana Pacheco da Costa Proença. Na primeira etapa, foram realizadas entrevistas em grupo, utilizando a técnica chamada de “grupos focais”, com estudantes universitários da Grande Florianópolis e da Bournemouth University, na Inglaterra. Foram apresentados aos participantes cinco modelos de informações nutricionais em cardápios de restaurantes: informação numérica de calorias; informação numérica de calorias e nutrientes; informação de semáforo nutricional (traffic light system); e informação alimentar, contendo lista de ingredientes e símbolos de alerta (como os de “contém glúten” e “vegetariano”).

Exemplo de semáforo nutricional.

Exemplo de semáforo nutricional.

A segunda etapa do estudo correspondeu a um ensaio realizado em um restaurante de Florianópolis, que contou com a participação de 233 estudantes. Eles foram alocados aleatoriamente para receber um dos tipos de cardápio. Como resultados da intervenção da segunda etapa, a escolha de alimentos mais saudáveis foi significativamente maior entre os participantes que receberam o cardápio contendo informações com lista de ingredientes e símbolos de alerta. Por ser mais compreensível e útil na hora de realizar as escolhas das refeições, os estudantes universitários brasileiros e ingleses preferiram o modelo de informação nutricional com lista de ingredientes e símbolos de alerta ao invés de informação numérica de calorias e nutrientes, pois muitos não conseguem interpretar se os valores nutricionais são benéficos à saúde ou não.

Renata conta que a parte mais difícil na execução da pesquisa foi recrutar voluntários para participar do estudo. “A principal dificuldade foi conseguir voluntários, principalmente aqui no Brasil. Lá fora é muito mais atrativo, os estudantes recebem recompensas. Aqui (no Brasil) os estudantes participam apenas pela boa vontade de contribuir na pesquisa.”

A tese de doutorado foi intitulada “Modelos de Informações Nutricionais em Restaurantes e Escolhas Alimentares Saudáveis de Estudantes Universitários” e será publicada, em breve, no Repositório Institucional da UFSC.

Bruno Rosa

Estagiário de Jornalismo Científico da Agecom/UFSC
agecom@contato.ufsc.br

 

Imagem de destaque: http://www.freeimages.com/

Avaliação da UFSC por alunos, técnicos, professores e gestores segue até março
Publicado em 13 de janeiro de 2017

Todo estudante de graduação da UFSC (presencial e EaD) foi convidado, a partir de 28 de novembro de 2016, a responder ao questionário de avaliação institucional e de curso – este abrange as disciplinas que realizou no segundo semestre de 2016 e os professores que as ministraram.

Os alunos não são identificados, pois uma das principais regras da consulta é o sigilo. O anonimato evita qualquer tipo de constrangimento e o estudante tem liberdade para indicar os pontos que julgar necessários. Um maior número de participantes traçará mais fielmente a situação do curso e os problemas a serem resolvidos.

Os questionários devem ser respondidos pelo sistema Collecta. O acesso é pelo IdUFSC, na página de Autenticação. O convite aparecerá nesse endereço até março de 2017. As questões foram revisadas e, nesta consulta, apresentam-se de maneira mais condensada e amigável, com espaços para manifestação

Na parte que avalia disciplina e docente, o aluno irá responder a 70 questões – considerando que participou de cinco disciplinas no semestre – e às relacionadas à instituição, sete, totalizando 77. Os estudantes devem atribuir nota de 1 a 5 para cada questão. Pode parecer um número elevado à primeira vista, porém o tempo demandado para toda a avaliação é de aproximadamente 10 minutos. E se preferir, existe a possibilidade de fazê-la de forma parcial.

Técnicos-administrativos, professores e gestores também participam

Em 20 de dezembro de 2016, a consulta foi aberta aos servidores técnico-administrativos em Educação (TAEs), professores e gestores, os quais também precisam se conscientizar sobre a importância da participação.

Ambas as consultas não têm data prevista de encerramento, estimada para março de 2017.

Comissão Própria de Avaliação da UFSC

Os trabalhos que envolvem os processos internos de avaliação na UFSC são desenvolvidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), órgão colegiado permanente instituído por lei, composto por dez integrantes da comunidade universitária e dois da externa, sendo presidida atualmente por Sérgio Luiz Ferreira. Na busca por melhor qualidade no ensino, as CPAs foram criadas pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes) em 2004.

Oportunidade de ser ouvido

“O estudante não se dá conta da força e da importância que tem no processo de avaliação da instituição.” “É uma questão de cultura”, ressalta Sérgio. Antes de ingressar em uma universidade, o aluno tem “a ideia de que somente ele é avaliado”; e “não se sente, muitas vezes, ator desse processo”.

A avaliação é o único instrumento legal e institucional que dá voz ao estudante que busca melhorias no curso. Por desconhecimento, reclamações do tipo são registradas na Ouvidoria da UFSC, que não é o canal correto, pois não terá uma atuação tão efetiva na resolução do problema quanto a da avaliação, respaldada pela comissão do MEC.

A primeira avaliação de curso pela CPA foi realizada no primeiro semestre de 2015. As solicitações às chefias estão sendo feitas, e, com mais esta quarta avaliação, a Comissão vem construindo um histórico que, gradualmente, fortalece o instrumento. “Nós temos cursos de excelência, muito bem-avaliados pelos próprios estudantes. Atualmente, os problemas levantados são ainda pontuais, o que torna mais fácil identificá-los e resolvê-los”, acrescenta Sérgio. Mas cabe ao aluno fazer a sua parte, sendo peça-chave nesse processo de construção do ensino de qualidade.

Alunos de graduação irão avaliar:

Curso: disciplinas cursadas no semestre (quatro questões cada) e docentes que as ministraram (dez questões cada)

Instituição: cerca de sete questões sobre os seguintes eixos:

- “Planejamento e Avaliação Institucional” (eixo 1);
- “Desenvolvimento Institucional” (eixo 2); e
- “Políticas de Gestão” (eixo 4).

Os eixos avaliados pela instituição resultarão em um relatório, com base nos dados coletados, a ser encaminhado ao MEC, obrigatoriamente, em março do ano seguinte.

Os questionários de avaliação de curso foram elaborados em conjunto com a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd).

Como ocorre o processo:

Com o encerramento dos períodos de consulta, os resultados com as notas médias de cada disciplina e de cada docente serão divulgados por meio de relatórios gerais na página da CPA. Os coordenadores de curso e chefes de departamento serão informados por e-mail e poderão acessar também as informações específicas de seu curso ou departamento no sistema Collecta.

As médias entre 3 e 4 são consideradas situações de alerta, e as que estão abaixo de 3 são relativas aos pontos fracos. As médias entre 4 e 5 são os pontos fortes observados. Os gestores, ao tomarem conhecimento dos resultados, devem discuti-los juntamente com estudantes e professores a fim de que sejam realizadas ações de melhoria dos itens mal avaliados.

Os resultados gerais estão disponíveis no site da CPA ou podem ainda ser solicitados às coordenações de curso. No caso de resultados específicos sobre disciplinas ou docentes, com notas abaixo de 4, o acesso se dá somente com pedido aos coordenadores. A CPA reforça que os centros acadêmicos precisam atentar mais para essa questão e intermediar esse processo.

O sistema de coleta e disponibilização de dados está sendo discutido na Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC) e deve passar por reformulações a partir de 2017.

Acesse aqui o último relatório geral de avaliação de curso.

Mais informações: cpa.ufsc.br

Rosiani Bion de Almeida/Agecom/UFSC

 

Inscrições para 60 bolsas em projetos de cultura iniciam em 1º de fevereiro
Publicado em 13 de janeiro de 2017

Bolsa CulturaA Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lança o Edital 006/2016 – Bolsa Cultura 2017, que disponibilizará até 60 bolsas para projetos de cultura em vigor na Universidade. O objetivo é incentivar os estudantes a participarem do processo de criação artístico-cultural desenvolvido na instituição.

As inscrições estarão abertas entre 1º de fevereiro e 3 de março de 2017. As bolsas serão concedidas por 12 meses, no período de 1º de abril de 2017 a 31 de março de 2018.

Confira Edital completo: aqui

Atentem para o cronograma:

9.1.     Lançamento do Edital 26 de dezembro de 2016;
9.2.     Período para inscrição dos projetos de extensão pelos coordenadores 1º de fevereiro a 3 de março de 2017
9.3.     Período de avaliação dos projetos homologados pela Comissão de Avaliação. 6 a 17 de março de 2017
9.4.     Divulgação do resultado preliminar na página da Secult e da UFSC 20 de março de 2017
9.5.     Data para entrega de recursos pelos coordenadores na SeCArte 21 e 22 de março de 2017
9.6.     Prazo para avaliação dos recursos pela SeCArte 27 a 29 de março de 2017
9.7.     Divulgação do resultado final na página da SeCArte e da UFSC 31 de março de 2017
9.8.     Prazo para os coordenadores contemplados enviarem à SeCArte o termo de compromisso do coordenador e os documentos dos bolsistas. (formulários disponíveis na página da SeCArte). 31 de março a 10 de maio de 2017

Informações:

Email: bolsacultura@contato.ufsc.br

Telefone: (48)3721-2376

Egressos da UFSC arrecadam recursos para documentário sobre espécie de tubarão
Publicado em 13 de janeiro de 2017

_MG_1925Dois ex-alunos da UFSC estão produzindo um filme sobre o Tubarão Mangona (Carcharias taurus), que está desaparecido do Brasil. Edson Faria Junior e Renato Morais Araújo cursaram graduação em Ciências Biológicas e mestrado em Ecologia. O documentário contará a história da espécie nas águas brasileiras, por meio de entrevistas com pescadores, mergulhadores e pesquisadores. Ambientes em que a espécie ainda pode ser avistada e estratégias para sua manutenção também serão foco da produção.

De acordo com o diretor, Edson Faria – que trabalhou como cinegrafista para a Globo e a British Broadcasting Corporation (BBC) –, foi criada uma ação no site Catarse com o objetivo de arrecadar fundos para conclusão do trabalho. Há uma parceria com o professor do Departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ) do Centro de Ciências Biológicas (CCB), Renato Hajenius, que atua como consultor. “A ideia é que, com o desenrolar do projeto, consigamos absorver mais parceiros, muitos deles alunos da UFSC”, afirma Edson.

Confira o vídeo sobre o documentário no youtube.

 

UFSC e MS desenvolvem pesquisa sobre resistência da bactéria da gonorreia a medicamentos
Publicado em 12 de janeiro de 2017

Os índices de resistência da gonorreia a certos medicamentos preocupam o mundo. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) deixou de considerar a ciprofloxacina uma opção viável para o tratamento dessa infecção sexualmente transmissível (IST). Um estudo inédito coordenado pelo Departamento das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, em parceria com o Laboratório de Biologia Molecular e Microbactérias da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), revelou altas taxas de resistência aos antimicrobianos em todas as regiões do país. O estudo nacional de vigilância da resistência das cepas de gonorreia circulantes no Brasil foi desenvolvido entre 2015 e 2016.

Os resultados corroboram a atual recomendação terapêutica da OMS, lançada em 2016, de substituir a ciprofloxacina pela ceftriaxona ou cefixima, na terapia dupla, com azitromicina, como opção de tratamento para infecções gonocócicas. Ainda, segundo a OMS, um agente antimicrobiano não deve ser usado quando, em estudos de vigilância in vitro, mais de 5% das culturas gonocócicas demonstrarem resistência a esse antimicrobiano em questão.

“Quando não tratada de maneira correta, ou quando o gonococo desenvolve resistência ao tratamento empregado, a gonorreia pode causar danos graves e até irreversíveis, como doença inflamatória pélvica, gravidez ectópica, abortamento e infertilidade, com graves consequências médicas, sociais, psicológicas e econômicas, em mulheres e homens”, afirma a diretora do DIAHV, Adele Benzaken. Adele destaca, ainda, que uma IST é um fator complicador para a infecção pelo HIV. “Uma pessoa com algum tipo de IST tem até 18 vezes mais chances de se infectar com o vírus causador da Aids do que uma pessoa que não a tem”, complementou.

Os resultados do chamado Projeto Sengono foram compartilhados com os representantes das sete cidades que participaram da pesquisa: Brasília, Salvador, Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Manaus e Florianópolis. Participaram a diretora do DIAHV, Adele Benzaken; técnicos do Departamento; a farmacêutica Maria Luiza Bazzo, coordenadora do projeto, e sua equipe da UFSC; e coordenadores e profissionais de laboratório dos sete sítios coletores envolvidos.

A gonorreia, causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae – também conhecida como gonococo – é a segunda infecção sexualmente transmissível (IST) bacteriana mais comum no mundo. Estima-se que, somente no país, ocorram cerca de 500 mil novos casos por ano. O gonococo já é considerado um microrganismo multirresistente. Para a professora do Departamento de Análises Clinicas da UFSC, Maria Luiza Bazzo, coordenadora do estudo, os resultados não surpreenderam. “Apesar de não existir no Brasil um panorama real em relação à resistência em relação à ciprofloxacina, o estudo confirmou o alto índice de resistência a este antimicrobiano, o que, sem dúvida, vai trazer impacto para o tratamento da gonorreia no Brasil.” A professora ressalta, no entanto, que não houve resistência com os medicamentos ceftriaxona e cefixima.

Qualquer prática sexual pode transmitir a gonorreia – seja o contato oral, vaginal ou anal. A bactéria se prolifera em áreas quentes e úmidas do corpo, incluindo a uretra, canal que leva a urina para fora do corpo. Pode ser encontrada também no sistema reprodutor feminino, que inclui as tubas uterinas, o útero e o colo do útero. Há, ainda, a transmissão de mãe para filho durante o parto. Em bebês, a gonorreia costuma se manifestar principalmente nos olhos, na forma de conjuntivite grave. Também pode haver infecção disseminada.

 

Com informações da Assessoria de Comunicação do Departamento das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

Evite o ‘Aedes aegypti’: UFSC intensifica campanha durante verão
Publicado em 12 de janeiro de 2017

Para evitar focos do mosquito Aedes aegypti na UFSC durante o verão, quando aumenta a probabilidade de desenvolvimento do mosquito,  a Universidade relança a “Campanha de prevenção e controle da dengue nos campi da UFSC”. O Aedes aegypti também é o transmissor dos vírus causadores da febre Chikungunya e da febre Zika o que reforça a necessidade de medidas preventivas. A melhor forma de erradicar a doença é eliminando a água parada limpa ou suja, são nesses locais que as larvas do mosquito desenvolvem-se. campanha-aedes_redes_sociais-04

Caso você encontre algum local na UFSC propício ao desenvolvimento do mosquito, informe pelo e-mail: evitedengue@contato.ufsc.br.  Para locais externos à UFSC comunicar pelo e-mail dvs@saude.sc.gov.br, no município de Florianópolis a ocorrência deve ser comunicada também a ouvidoria municipal pelos telefones: (48) 3239-1537 ou 3239-1569.

Medidas preventivas podem ser acessadas nos no site da Fundação Oswaldo Cruz e no site da Vigilância Sanitária de Santa Catarina.

Mais informações sobre a campanha, a doença, medidas de prevenção e o plano de ação da Universidade no combate à doença podem ser consultadas no Plano de Prevenção e Controle da Dengue.

O cartazes da campanha estão disponíveis na página da Coordenadoria de Gestão Ambiental.

HU necessita de doação de todos os tipos sanguíneos
Publicado em 12 de janeiro de 2017

O Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário (HU) da UFSC solicita a cooperação de todos os potenciais doadores de sangue de todos os tipos sanguíneos, cujos estoques estão muito abaixo do necessário, em virtude do período de recesso de final de ano e férias dos estudantes universitários. Essa deficiência poderá prejudicar atendimentos de emergência, realização de cirurgias e o tratamento de pacientes com câncer em quimioterapia.

Local e horário para doação:
Unidade de Coleta de Doadores de Sangue do HU UFSC
Ed. Voluntária Dona Cora – Prédio da Associação Amigos do HU – Trindade – Florianópolis (SC) – próximo do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal
De segunda a sexta-feira, das 7h30min às 12h

O doador deve:
- trazer documento com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- estar bem de saúde; ter entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias (jovens de 16 e 17 anos devem estar acompanhados de um responsável legal); pesar mais de 50 Kg”.;
- não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.

Impedimentos temporários:
- Febre, gripe ou resfriado;
- Gravidez, puerpério: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias;
- Uso de alguns medicamentos;
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis.

Prazos de impedimentos:
- Gravidez, puerpério: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias. Se estiver amamentando, aguardar 12 meses após o parto para doação.
- Extração dentária: 72 horas;
- Ingestão de bebida alcoólica 12h a 24h antes da doação”;
- Transfusão de sangue: 1 ano;
- Tatuagem e piercing: 6 meses a 1 ano;
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina.

Impedimentos definitivos:
- Hepatite após os 10 anos de idade;
- Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;
- Uso de drogas ilícitas injetáveis;
- Malária.

Lembre-se que você passará por uma triagem clínica e estes critérios poderão ser reavaliados.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-9114 (manhã) e 3721-9859 (tarde).

O HU agradece este ato de solidariedade.

Ônibus elétrico: UFSC adota tecnologia do futuro em sua rotina acadêmica
Publicado em 12 de janeiro de 2017

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Eletra – empresa brasileira especializada em tração elétrica –, a Marcopolo, a WEG e a Mercedes-Benz estão juntas no Projeto de Energia Fotovoltaica, que conta com o primeiro ônibus elétrico brasileiro a ter recargas em uma estação de energia solar. O veículo ficou pronto em 2016 e circula desde o início de dezembro entre o campus de Florianópolis (Trindade) e o Centro Integrado de Pesquisa em Energia Solar, no Sapiens Parque (Cachoeira do Bom Jesus), trajeto de 50 quilômetros, ida e volta.

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Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

O veículo fará o percurso quatro vezes ao dia, em horários regulares programados conforme as aulas, para a comunidade universitária (alunos e servidores), sem cobrança de tarifa. Além de facilitar o transporte de estudantes e pesquisadores, o ônibus otimiza a utilização do tempo, pois oferece a possibilidade de ser ambiente de trabalho. “O conceito do projeto não é apenas resolver nossa questão, é mostrar a possibilidade de utilização de fonte não poluente de energia, para então ser produzido em escala”, explica Ricardo Rüther, professor do Departamento de Engenharia Civil da UFSC e coordenador do projeto.

A energia para abastecer o veículo é o excedente da quantidade produzida pela cobertura de células fotovoltaicas do próprio Centro Integrado de Pesquisa em Energia Solar. O consumo é de 2,4 kW/h por quilômetro, equivalente a 60 kW por percurso entre o campus e o Sapiens. Os recursos para o projeto são do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O primeiro ônibus elétrico brasileiro movido 100% a bateria foi lançado em novembro de 2013. O veículo, denominado E-bus, foi desenvolvido em parceria entre a Eletra e as companhias japonesas Mitsubishi Heavy Industries e Mitsubishi Corporation. “O veículo produzido para a UFSC é similar ao já produzido pela Eletra e é mais uma prova de que a engenharia brasileira tem soluções sustentáveis para o transporte público”, afirma Iêda Maria Oliveira, gerente comercial da empresa de São Bernardo do Campo (SP).

O E-Bus passou por uma bateria de testes, e os resultados mostram que o veículo consegue aproveitar 30% da energia da frenagem, uma tecnologia desenvolvida pela Eletra. O sistema foi inspirado no conceito de “frenagem regenerativa”, ou como ficou conhecido na Fórmula 1: “KERS – Kinetic Energy Recovery System (Sistema de Recuperação de Energia Cinética). Simplificando: quando o freio é acionado, o motor elétrico vira um gerador e a energia que seria desperdiçada na frenagem é reaproveitada e armazenada no banco de baterias.

Entre as principais características, o E-Bus tem emissão zero de gases poluentes e a energia vem de um conjunto de 14 baterias, que precisa de apenas 3 horas para recarga total, garantindo autonomia operacional de 200 km. O veículo conta ainda com um sistema de recarga rápida, que pode ser feita em 5 minutos, oferecendo mais 11 km de autonomia. O ônibus elétrico a baterias, produzido para a UFSC, tem 12 metros e contará com ar-condicionado.

UFSC

O Centro de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar foi projetado para agregar valor ao conceito de atuação em pesquisa científica tecnológica e capacitação de RH na área de energia solar fotovoltaica, redes inteligentes (smart grids) e veículos elétricos. É também o primeiro centro de pesquisa de seu tipo no país alimentado apenas por energia solar fotovoltaica. Desde a inauguração, em 2015, abriga equipe de 25 pessoas, entre estudantes e pesquisadores, coordenados por Rüther.

Mais informações: http://fotovoltaica.ufsc.br

Equipe Agecom/UFSC

 

Laboratório de Moluscos Marinhos comercializa sementes de vieiras excedentes
Publicado em 12 de janeiro de 2017

O Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM) que integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA/UFSC) comunica a disponibilidade de pré-sementes de vieiras excedentes. Em atendimento a Portaria Normativa No 68/2016/GR, de 23 de fevereiro, que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC, torna pública, então, a oferta para comercialização do excedente que não foram aproveitados pelas unidades universitárias.

Está disponível para venda um lote de 130 mil pré-sementes de vieras ao valor de R$ 35,00 cada milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado no Rio de Janeiro.

As sementes foram produzidas pela unidade de pesquisa, extensão e ensino, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, 503, Barra da Lagoa, Florianópolis.

Interessados devem entrar em contato com Claudio Blacher pelos telefones (48) 3721-2709 ou 9 9972-2791, ou pelos e-mails c.blacher@ufsc.br ou lmm.cca@contato.ufsc.br.

O pagamento deve ser efetuado por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). As entregas dos produtos deverão ser agendadas com antecedência para que possa ser providenciada a Guia de Transporte Animal (GTA). O transporte só acontecerá com a apresentação de comprovante de pagamento.

 

Ansiedade, nervosismo e a alegria da comemoração marcam o ritual de ingresso na UFSC
Publicado em 10 de janeiro de 2017

Com a divulgação do resultado oficial do Vestibular 2017 da Universidade Federal de Santa Catarina(UFSC), na manhã desta terça-feira, 10 de janeiro, no Centro de Desportos (CDS), muitos vestibulandos se reuniram no local para conferir suas colocações nas listas. E como normalmente acontece todos os anos, o ambiente ficou marcado por euforias, decepções e muita comemoração.

Quinto lugar geral do vestibular, Bruno Leite Goulart, aprovado em Medicina, estava sem palavras: “Não dá para descrever o que sinto agora, simplesmente. Além da aprovação no curso que desejava, o quinto lugar do vestibular, é uma emoção muito grande”, comemorou o mineiro, que já mora em Florianópolis há quatro anos.

Também em Medicina para o segundo período, Vitor Marques Stahelin foi aprovado junto com sua namorada, Amanda Correa Nascimento, que passou para Odontologia. Entre um abraço em sua namorada e muita alegria, o estudante garantiu: “Depois de quatro anos de tentativa, finalmente consegui a aprovação, junto com ela… realmente não consigo descrever tudo que estou sentindo”.

Thamyres de Lima Machado, de 21 anos, fez o vestibular pela primeira vez e conseguiu a aprovação para o curso de Enfermagem. “É uma sensação de alívio misturada com felicidade, a gente fica apreensivo mas quando vê o nome na lista de aprovados fica agradecido por todo esse tempo que passamos esperando”, confessou Thamyres.

Leia mais: Os 10 primeiros classificados do Vestibular da UFSC foram o ponto alto da cerimônia oficial

Confira as fotos:

 

Matheus Pereira/estagiário de Jornalismo da Agecom/UFSC

Os 10 primeiros classificados do Vestibular da UFSC foram o ponto alto da cerimônia oficial
Publicado em 10 de janeiro de 2017

Um dos dias mais esperados pelos novos calouros da UFSC, começou cedo, por volta das 9h, no auditório da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no Campus Florianópolis, bairro Trindade. As portas se abriram e os sorrisos tomaram conta. Em seguida iniciou-se a cerimônia oficial de divulgação do Vestibular UFSC 2017, onde anunciaram o nome dos dez primeiros colocados gerais.

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Cerimônia oficial de divulgação do resultado do Vestibular 2017. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Ao todo foram 33.789 inscritos, sendo 20.064 na classificação geral, 12.740 optantes pelas Políticas de Ações Afirmativas (PAA) e 985 candidatos por experiência. Houve 5.363 solicitações de isenção da taxa de inscrição sendo concedidas somente 3.850. Ao todo, a UFSC oferece 101 cursos/turnos distribuídos nos cinco campi – Florianópolis, Araranguá, Blumenau, Curitibanos e Joinville. Foram oferecidas 4.593 vagas (70%) pela prova do vestibular e 1.935 (30%) pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

A presidente da Comissão Permanente do Vestibular (Coperve), Maria Luiza Ferraro, iniciou o discurso anunciando que tudo ocorreu dentro do planejado e ressaltando que a realização do Vestibular foi fruto do envolvimento de um grande número de pessoas, entre elas: elaboradores, avaliadores, fiscais, seguranças, carregadores de malotes. “Contamos com 4.200 pessoas e agradeço a disponibilidade de atuarem em prol do vestibular. Agradeço à equipe da Coperve, composta por 16 pessoas que atuam o ano todo para o sucesso do concurso. Parabenizo os aprovados. Aqueles que não conseguiram neste ano, não desistam dos seus sonhos. Continuem que a hora chega.”

Francis Solange Vieira Tourino, secretária de Ações Afirmativas e Diversidades, ressaltou a importância da diversidade na UFSC, o tema da campanha do Vestibular 2017 e que vem sendo trabalhado mais fortemente na Universidade. “Tenham a certeza que vocês estão entrando em uma universidade que quer vocês da maneira que vocês são. Assim como vocês devem aceitar como são os seus colegas, professores, técnicos-administrativos. Estaremos juntos com vocês, sejam bem-vindos”, completou.

Estavam também presentes o reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, a vice-reitora Alacoque Lorenzini e a pró-reitora de Graduação Tereza Cristina Rozone de Souza. O reitor destacou também que vivemos em uma época cuja principal característica é a diversidade, a capacidade de se relacionar com o outro, com a diferença, que pode incluir, ao invés de excluir. Acrescentou que “essa exigência é muito fácil para os nossos filhos assimilarem, eles já vêm de outro modo de pensar e agir. Nós, com mais tempo de vida, estamos em um processo constante de aprendizado. É um processo em construção, e nós apostamos muito nos que entram agora com essa mentalidade, que já aprenderam desde cedo a tolerância. A Universidade faz um esforço muito grande para que esse seja o ambiente, de tolerância. Nós estamos aprendendo a conviver com essa realidade, e queremos aprender com a juventude que entra na Universidade. O Vestibular permite o acesso de novas pessoas, preparadas para a cidadania e que vêm ensinar a nós que estamos aqui. Ajudem a Universidade a ser melhor, ajudem a construir um espaço de respeito e tolerância à diversidade”.

O primeiro colocado, Ian Novy Quadri, que se dedicou por dois anos para a aprovação, disse que já imaginava que o processo seria difícil e que achava que não conseguiria conciliar com coisas do dia a dia. “O processo vai se intensificando e isso vira o teu objetivo de vida. Apesar de ser uma coisa pequena, eu sei que tenho que pular essa barreira, subir e chegar na frente”. Completou Ian, com um grande sorriso no rosto e cheio de expectativas para o novo curso.

Confira a lista dos dez primeiros colocados do vestibular UFSC 2017:

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Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

1º- Ian Novy Quadri – Medicina Diurno Florianópolis – Florianópolis
2º- Renan Vítor Batalha – Medicina Diurno Florianópolis – Jaraguá do Sul
3º- Catarina Kin Masukawa de Souza – Medicina Diurno Florianópolis – Florianópolis
4º- Júlia Bertelli – Medicina Diurno Florianópolis – Joinville
5º- Bruno Leite Goulart – Medicina Diurno Florianópolis – Florianópolis
6º- Sara Rizzatti Marques – Medicina Diurno Florianópolis – Criciúma
7º- Betina Bopp Rocha – Medicina Diurno Florianópolis – São José
8º- Vítor Dolzan Garcia – Química Bacharelado – São José
9º- Kamille Feltrin Ronsoni – Medicina Diurno – Florianópolis – Siderópolis
10º- Júlio Melao Cordeiro – Medicina Diurno Florianópolis – Florianópolis

Matrículas dos candidatos classificados

Os candidatos classificados no Vestibular 2017 dentro dos limites das vagas oferecidas para cada curso de graduação, independentemente do semestre letivo de 2017 em que iniciarão o curso, deverão realizar a matrícula inicial obrigatoriamente em duas etapas - a primeira online e a segunda presencial – (pessoalmente ou mediante procuração particular), conforme datas, horários e procedimentos especificados na portaria de matrículas disponível no site do vestibular.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9200, pelo site www.vestibular2017.ufsc.br ou e-mail vestibular2017@coperve.ufsc.br

 

Manuella Mariani/estagiária de Jornalismo da Agecom/UFSC

Mayra Cajueiro Warren/jornalista da Agecom/UFSC

Sala Verde promove oficina de produção de xampu ecológico nesta quinta
Publicado em 10 de janeiro de 2017

Of-sv-xampu-verãoA Sala Verde, projeto de educação ambiental da UFSC, promove uma oficina de produção de xampu ecológico. A atividade, que ocorre nesta quinta-feira, 12 de janeiro, às 9h, é aberta a todos. Além da produção de xampu, o objetivo do encontro é proporcionar um espaço de troca de ideias sobre aspectos da ecologia, bioquímica dos componentes dos xampus, hábitos comuns de higienização e suas influências sobre o ambiente.

O evento será realizado no espaço da Sala Verde, que está sediada na face externa do piso térreo da Biblioteca Central, ao lado da coordenadoria de Serviço Social da PRAE, em frente ao Centro Socioeconômico (CSE).

As inscrições devem ser feitas pelo link. Os organizadores solicitam aos participantes uma contribuição espontânea em dinheiro ou com os seguintes materiais: sabão de coco em barra sem sulfato lauril de sódio e sem branqueador óptico (de preferência com base vegetal, sem gordura animal); ervas (camomila, alecrim, cravo, canela, jaborandi, babosa); óleo vegetal (coco, oliva, andiroba, amêndoas); óleos essenciais; garrafinhas para o xampu.

Onde: Sala Verde.
Quando: quinta-feira, 12 de janeiro, às 9h.

Mais informações no site da Sala Verde.

Cenário econômico serve como pano de fundo para coletânea sobre Serviço Social
Publicado em 10 de janeiro de 2017

Serviço Social-v3-3dCortes orçamentários com impacto no caráter público das universidades federais, mudanças que colocam em xeque direitos trabalhistas e medidas de ajustes fiscal que o próprio governo já reconheceu como “amargas”.

É nesse contexto que chega o terceiro volume da coletânea Serviço Social: questão social e direitos humanos, publicado pela Editora da UFSC e resultado das pesquisas feitas por discentes e docentes do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da UFSC (PPGSS).

Segundo as organizadoras, Liliane Moser e Vania Maria Manfroi, o Serviço Social caracteriza-se tanto por atuar nas expressões da questão social quanto por debruçar à análise e à compreensão dos fenômenos sociais, cada vez mais complexos.

Não por acaso, portanto, temas como as políticas sociais setoriais, a precarização, a informalidade e a terceirização, que têm dominado o mundo do trabalho, são analisados na coletânea e expressam a produção do conhecimento crítico do PPGSS.

A primeira parte do livro, por exemplo, apresenta as reflexões feitas pelos professores da linha Direitos, Sociedade Civil e Políticas Sociais na América Latina, a partir de temáticas desenvolvidas nos projetos de pesquisa vinculados ao programa.

A linha Serviço Social, Ética e Formação Profissional está retratada nas preocupações teóricas desenvolvidas na segunda parte. Já terceira parte apresenta as reflexões teóricas da linha Questão Social, Trabalho e Emancipação Humana.

Moser e Manfroi enfatizam que a obra expressa a potencialidade da cooperação científica, na medida em que torna pública e acessível o conhecimento produzido no espaço acadêmico.

Serviço Social: questão social e direitos humanos
Liliane Moser e Vania Maria Manfroi
Volume III
317 páginas – 2016

Confira a lista dos aprovados no Vestibular 2017 da UFSC
Publicado em 10 de janeiro de 2017

Cartaz_Vestibular_Diversidade_impressãoNesta terça-feira, 10 de janeiro, a Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou no site do Vestibular 2017 a lista dos candidatos aprovados no concurso.

Confira abaixo:

Resultado Oficial (por curso)

Boletim de Desempenho Individual

Especialização EaD em Gênero e Diversidade na Escola forma 148 profissionais
Publicado em 9 de janeiro de 2017

Cursistas do GDE durante apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). (Foto: Mayra Cajueiro Warren/Agecom/UFSC)

Cursistas do GDE durante apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). (Foto: Mayra Cajueiro Warren/Agecom/UFSC)

A primeira edição do curso de Especialização a Distância em Gênero e Diversidade na Escola (GDE), promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), financiado pelo Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC), teve dois anos de duração e acaba de graduar 148 especialistas. O curso, que já foi realizado em duas edições em nível de aperfeiçoamento, com três meses de duração, teve sua primeira turma de especialização, com aulas via plataforma Moodle e módulos presenciais em cinco cidades do estado, com temáticas voltadas ao debate sobre gênero, sexualidades, diversidades, raça e etnia e deficiência.

Segundo as coordenadoras do GDE, as professoras Olga Regina Zigelli Garcia e Miriam Pillar Grossi, não há perspectiva de oferta de nova edição do curso pelo governo federal, apesar de haver grande procura. “Trata-se de um curso que exige recursos públicos para ser realizado, pois envolve um número significativo de professoras(es) e tutoras(es). Toda semana a coordenação do curso tem recebido mensagens de professoras(es) do ensino público interessadas em cursá-lo”, explicam.

O curso é voltado para profissionais e voluntários que trabalham com a educação. A iniciativa é aplaudida pelas docentes como um espaço de formação por uma sociedade mais igualitária. “A escola é um dos espaços de socialização mais marcantes do viver humano. Com este olhar, o curso visou à formação de professoras(es) da rede pública municipal, estadual e federal de ensino, em gênero, sexualidade, orientação sexual, relações étnico-raciais e deficiências, a fim de capacitá-las(os) para atuarem na educação formal, promovendo a igualdade e equidade, através da articulação e implantação destas temáticas no contexto escolar. O principal ganho é a instrumentalização de multiplicadoras(es) nas temáticas abordadas”, ressalta Olga Zigelli.

Orientação aos participantes das bancas de defesa de TCC em Florianópolis. (Foto: Mayra Cajueiro Warren/Agecom/UFSC)

Orientação aos participantes das bancas de defesa de TCC em Florianópolis. (Foto: Mayra Cajueiro Warren/Agecom/UFSC)

As coordenadoras destacam que houve um esforço para que houvesse o mínimo de evasão possível. Miriam Grossi explica que esta edição do curso iniciou-se com 240 cursistas, metade nas proximidades de Florianópolis, a outra metade dividida entre os polos de Concórdia, Laguna, Praia Grande e Itapema, onde aconteciam os encontros presenciais. Houve evasão de 92 estudantes, sendo que cerca de 30 não chegaram a iniciar o curso. “Nós tivemos o compromisso pedagógico com a inclusão e com a não-evasão. Reforçávamos sempre que o curso custa quase R$ 1 milhão para o Ministério da Educação, e quanto menos cursistas se formarem, mais caro vai significar a formação de cada uma(um). Continuar no curso é também um compromisso social”, reforça Miriam.

A pedagoga e formanda do GDE, Aparecida Takigawa, aponta que o curso lhe proporcionou um olhar diferenciado sobre conceitos e a interdisciplinaridade das questões raciais e de gênero. “São informações que abrem os olhos, possibilitam uma formação muito mais abrangente. Não existe formação completa, a ciência muitas vezes deixa de considerar a subjetividade humana. Por isso eu acredito que esse tipo de informação deve chegar a todos(as), não só o educador, mas outros cientistas, os aplicadores das leis, profissionais em geral. Foi um curso muito bom”, elogia.

Durante o curso atuaram como tutores, orientadores e arguidores de TCCs aproximadamente 70 estudantes de pós-graduação, atuando nas 12 disciplinas oferecidas em seis módulos de dois meses cada. O curso foi acompanhado por oito tutores presenciais e aproximadamente 40 a distância. A orientação dos TCCs ficou a cargo desses professores e tutores, além de 75 docentes e pesquisadores de todo o Brasil, especialistas nos temas escolhidos pelos cursistas. Durante as defesas dos TCCs, ocorridas em 10 e 17 de dezembro de 2016, foram mobilizados em torno de 100 professores e pesquisadores para integrar as bancas.

As coordenadoras do GDE destacam que os tópicos do curso, que abordam temas como preconceito, homofobia, racismo e sexismo, foram refletidos em mudanças de postura dos próprios alunos. “Os TCCs refletiram a percepção e mudança de comportamentos, apresentando propostas inovadoras que traduzem o respeito à diversidade humana e a promoção da equidade”, ressaltam. “Trata-se, sem dúvida, de uma experiência exemplar de política pública federal que permitiu uma intensa articulação da Universidade com a comunidade”, destacam.

A professora Raquel Mombelli, que orientou três trabalhos, afirma ter constatado avanços no processo de formação acadêmica das profissionais. “As pesquisas realizadas resultaram desse processo sério e extremamente necessário de produção de profissionais amadurecidos teoricamente e didaticamente, e com capacidade de produção de reflexões refinadas e aprofundadas sobre a temática das relações étnico-raciais, da mulher e da criança negra no espaço escolar, do preconceito e do racismo”, salienta. “Não tenho dúvidas que essas(es) profissionais farão a diferença nos espaços em que estão inseridas, chamando a atenção para a urgência de trabalhos e pesquisas nessa temática e na capacitação continuada dos professores”, complementa.

“O curso existe há 13 anos e infelizmente, a atual conjuntura de desmonte das políticas sociais e e de direitos étnicos e coletivos quase impossibilitou a conclusão dessa edição do GDE. Espero que cursos como esses possam continuar, se proliferar e se fortalecer ainda mais, pois a superação do racismo, do preconceito, da homofobia, da intolerância religiosa, das desigualdades étnico-raciais e de gênero só serão superadas pelo caminho da educação”, salienta Raquel.

Os TCCs estarão disponíveis para consulta no repositório da Biblioteca Universitária da UFSC a partir do dia 1º de fevereiro, e serão também apresentados durante a 13ª edição do Women’s Worlds Congress e 11º Fazendo Gênero, eventos simultâneos promovidos pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC, de 30 de julho a 4 de agosto.

 

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista da Agecom/UFSC
agecom@contato.ufsc.br

UFSC divulga resultado do Vestibular 2017 nesta terça-feira, 10 de janeiro
Publicado em 9 de janeiro de 2017

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A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) convida a comunidade para a cerimônia oficial de divulgação do resultado do Vestibular 2017, a ser realizada nesta terça-feira, 10 de janeiro, às 9h no auditório da Reitoria, no Campus Florianópolis, bairro Trindade. A relação de classificados por curso estará disponível no Ginásio 3 do Centro de Desportos (CDS), a partir das 10h, e também no site www.vestibular2017.ufsc.br.

O concurso foi realizado em 23 cidades catarinenses e ofereceu 4.590 vagas (correspondendo a 70% do total de vagas ofertadas pela instituição para 2017/30% do total de vagas são para ingresso via Sistema de Seleção Unificada (Sisu)) em 101 opções de cursos distribuídos nos cinco campi da instituição: Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis e Joinville. O número de inscritos foi de 33.806 candidatos.

Medicina foi o curso mais concorrido, com 7.541 inscritos, resultando na relação geral de 215,46 candidatos por vaga. Os outros nove cursos mais procurados foram: Direito – Diurno (46,26); Arquitetura e Urbanismo (43,57); Nutrição (41,88); Direito – Noturno (39,74); Psicologia – Bel/Lic – Diurno (39,26); Cinema – Bel – Diurno (35,20); Engenharia Química – Diurno (31,94); Odontologia (31,89) e Engenharia Civil – Diurno ( 28,79).

Matrículas dos candidatos classificados

Os candidatos classificados no Vestibular 2017 dentro dos limites das vagas oferecidas para cada curso de graduação, independentemente do semestre letivo de 2017 em que iniciarão o curso, deverão realizar a matrícula inicial obrigatoriamente em duas etapas - a primeira online e a segunda presencial – (pessoalmente ou mediante procuração particular), conforme datas, horários e procedimentos especificados na portaria de matrículas disponível no site do vestibular.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9200, pelo site www.vestibular2017.ufsc.br ou e-mail vestibular2017@coperve.ufsc.br

 

 

 

Laboratório de Moluscos Marinhos comercializa sementes de ostras excedentes
Publicado em 6 de janeiro de 2017

Coleta de amostras. Fotos: Labtox

O Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM) que integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina (CCA/UFSC) comunica a disponibilidade de sementes de ostras do pacífico excedentes. Em atendimento à Portaria Normativa Nº 68/2016/GR, que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC, o laboratório torna pública a oferta para comercialização do excedente que não foi aproveitado pelas unidades universitárias.

Estão disponíveis para venda um lote de 1,570 milhão de sementes de ostras do pacífico ao valor de R$ 20 o milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do LMM e  no preço praticado por laboratórios privados em Santa Catarina. As sementes foram produzidas pela unidade de pesquisa, extensão e ensino, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, 503, Barra da Lagoa, Florianópolis.

Interessados devem entrar em contato com Claudio Blacher pelos telefones (48) 3721-2709 ou 9 9972 2791, ou pelos e-mails c.blacher@ufsc.br ou lmm.cca@contato.ufsc.br.

O pagamento deve ser efetuado por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). As entregas dos produtos deverão ser agendadas com antecedência para que possa ser providenciada a Guia de Transporte Animal (GTA). O transporte só acontecerá com a apresentação de comprovante de pagamento.

 

Editora da UFSC lança quinta edição de mais um clássico da Coleção Didática
Publicado em 5 de janeiro de 2017

unnamed (1)Explicações bem estruturadas, exemplos realísticos e exercícios selecionados. Essas as três principais virtudes da quinta edição de Fundamentos de sistemas hidráulicos, de Irlan von Linsingen, livro da  tradicional Coleção Didática que tem como objetivos principais servir como referência tanto nos cursos de graduação e pós-graduação em Engenharia Mecânica, quanto nos projetos de áreas industriais permanentes.

Escrito em sete capítulos, com dois apêndices, Fundamentos de sistemas hidráulicos é ilustrado com mais de 200 figuras e enriquecido com cerca de 300 equações. São textos apresentados de forma simples e acessível, mas, na avaliação do professor Luiz Teixeira do Vale Pereira, caracterizados por uma “fundamentação teórica correta e consistente”.

A obra de Irlan von Linsingen, mestre em Ciências Térmicas e doutor em Educação em Ciências,  é prefaciada pelo professor de Engenharia Mecânica e ex-reitor Alvaro Toubes Prata. “O aluno de engenharia, ao estudar em livros de autores nacionais, estará mais propício a desenvolver uma visão nacional da engenharia e sentir-se-á mais estimulado a pensar em uma engenharia construída a partir de interesses nacionais”, acredita. A UFSC tem tradição no ensino e na pesquisa neste campo do conhecimento.

O Departamento de Engenharia Mecânica, por exemplo, foi pioneiro ao criar uma disciplina obrigatória sobre sistemas hidráulicos para graduação, implantando, em consequência, na década de 1980, o Laboratório de Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos. “O livro trata de forma equilibrada tanto de fundamentos como de aplicações”, assinala o ex-reitor.

Coleção Didática, criada no início da década de 1980, constitui-se em “uma linha objetiva de contato entre alunos, o professor, a atividade de ensino e a sala de aula”. Considerada carro-chefe da editora, a coleção vem preenchendo uma lacuna no ensino, na extensão e na pesquisa das universidades brasileiras.

Os livros têm “como proposta um apanhado de conteúdo programático resultante do aperfeiçoamento de textos usados em sala de aula, que incluem exercícios e demonstrações, clareza de explicação e abordagem”. 

Fundamentos de Sistemas Hidráulicos

Irlan Von Linsingen

398 páginas  

5ª edição revisada – 2016

Obra da EdUFSC mostra SC como um laboratório natural para a pesquisa científica
Publicado em 5 de janeiro de 2017

unnamedAlgas, plantas marinhas, esponjas, cnidários, briozoários, ctenóforos, poliquetas, moluscos, crustáceos, equinodermos, tunicados, peixes, aves marinhas, mamíferos e tartarugas. A lista pode ser de tirar o fôlego, mas funciona como uma ferramenta perfeita para a identificação de 436 espécies de algas, plantas, invertebrados, peixes, aves, tartarugas e mamíferos marinhos. Trata-se de A Vida Marinha de Santa Catarina, livro organizado pelo professor Alberto Lindner, do Departamento de Zoologia da UFSC, agora em sua segunda edição revisada.

Com apoio e colaboração de diversas instituições locais, nacionais e internacionais, os 75 autores catalogaram 436 espécies que povoam os 400 quilômetros da costa catarinense. Todo colorido e abrindo cada capítulo com uma foto de página inteira, o livro disponibiliza, em forma de mosaico, 491 imagens legendadas.

Além da introdução, a obra é enriquecida por dois artigos de caráter científico e pedagógico: “O Mergulho em Santa Catarina” e “O Mar como Sala de Aula”, igualmente ilustrados com fotos. Inclui ainda um índice remissivo e a lista dos autores e suas respectivas entidades ou instituições.  Para Alberto Lindner “Esse conjunto de espécies com diferentes padrões de distribuição faz de SC um laboratório natural para a pesquisa científica, bem como uma região privilegiada para contemplação da vida marinha”.

Socializando o conhecimento através da divulgação científica, os pesquisadores reúnem imagens, nome científico e popular das espécies catalogadas. “A maior parte das espécies pode ser observada com facilidade em costões rochosos e nas praias arenosas durante os períodos de marés baixas, ou por meio de mergulho livre e autônomo”, esclarece o organizador.

Mas não se resume a belas imagens e textos objetivos e simpáticos. Além da conscientização ecológica e educação ambiental, faz denúncias e alerta sobre a ação do homem que ameaça a sobrevivência das espécies, algumas delas a caminho da extinção. Na apresentação o didático Alberto Lindner narra a origem e a metodologia do projeto, chamando atenção da sua utilidade para as gerações futuras.

Conta, por exemplo, que as pesquisas científicas com animais marinhos começaram com a chegada do naturalista Fritz Müller à  Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis). Vida Marinha é, portanto, a continuidade da obra inaugurada pelo parceiro de Charles Darwin. Desfalca o livro e chama a atenção dos leitores a ausência do retrato da tainha, a “rainha de junho” das praias catarinenses. 

Vida Marinha de Santa Catarina

Alberto Lindner – organização

128 páginas  

2ªºedição revista – 2016

Nota de pesar: falece a professora Jacqueline Gisele Rolim
Publicado em 5 de janeiro de 2017

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com pesar, informa o falecimento da professora Jacqueline Gisele Rolim na noite da última terça-feira, 3 de janeiro. Jacqueline atuava no Departamento de Engenharia Elétrica e Eletrônica (EEL) da Universidade desde 1996. “Era muito querida pelos colegas e por seus alunos pois, além da competência técnica, era uma pessoa amável e sempre disposta a ajudar. Particularmente nos últimos anos, mesmo com a saúde bastante debilitada, Jacqueline continuava trabalhando com afinco, fazendo sempre seu melhor. Foi uma grande lutadora”, afirma o chefe do ELL, professor Marcio Cherem Schneider. O corpo foi cremado na última quarta-feira, 4 de janeiro, às 17h, no Crematório Catarinense, na cidade de Palhoça. “Além do sentimento de profunda tristeza, temos também um sentimento de profunda gratidão. Que seus familiares recebam nossos sinceros pêsames. Neste momento de dor, desejamos que busquem reconforto nas boas lembranças e no exemplo de coragem e força de nossa colega”, finaliza Marcio.

Núcleo de Estudos Açorianos promove encontro de terno de reis nesta sexta
Publicado em 5 de janeiro de 2017

Sem título-1Seis de janeiro é uma data especial para os descendentes de açorianos, pois se comemoram o Dia de Reis e, também, a chegada dos primeiros emigrantes açorianos a Nossa Senhora do Desterro, no ano de 1748. A tradição de comemorar e celebrar o Dia de Reis é uma herança que os portugueses trouxeram para o Brasil, uma manifestação religiosa e muito popular. No litoral catarinense essa tradição chegou com os açorianos no século XVIII e está muito presente de norte a sul.

Folia de Reis, Reisado, ou Festa de Santos Reis é uma manifestação cultural religiosa festiva, classificada como folclore e praticada pelos adeptos e simpatizantes do catolicismo, no intuito de rememorar a atitude dos Três Reis Magos — que partiram em uma jornada à procura do esconderijo do Prometido Messias (O Menino Jesus) para prestar-lhe homenagens e dar-lhe presentes. Fixado o nascimento de Jesus a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Três Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro.

Em termos musicais, os instrumentos usados nas cantorias são praticamente os mesmos, podendo variar de um grupo para outro. Outra característica importante é a presença de um mestre folião, que é o responsável pela criação dos versos, depois repetidos pelos foliões (coro), no qual há uma voz especial que dá o tom diferenciado da cantoria. Por isto é chamado de Terno: são as três vozes da Cantoria.

Para celebrar a data, na sexta-feira, 6 de janeiro, o Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC promove o “Encontro Terno de Reis”, na Catedral Metropolitana. Quatro grupos vão participar do evento:

Terno de Reis Amigos da Barra do Sul (Sul da Ilha de Santa Catarina/Florianópolis), o grupo também canta a Folia do Divino Espirito Santo, reúne-se todos os anos para percorrer a casas cantando o terno de Reis, Terno de Santo Amaro e terno de São Sebastião.

Terno de Reis do “Seo” Lili da Rabeca, (Pântano do Sul, Florianópolis) um dos mais antigos foliões e repentistas dos Ternos de Reis e Cantador das Folias do Divino Espirito Santo de Florianópolis. Também reza as novenas para o Espirito Santo e Santa Cruz em Latim.

Terno de Reis do Sambaqui (Bairro de Sambaqui em Florianópolis), terno que percorre as casas na véspera de Natal cantando o Terno de Natal e da mesma forma na véspera do dia de Reis percorre as residências cantando o Terno de Reis. É uma tradição no bairro, localidade que preserva muitas heranças culturais que os açorianos nos deixaram.

Terno Reis do Oriente (cidade de Içara). Um grupo formado por uma mesma família que vem repassando esta tradição de pai para filho, todos os anos percorre as casas na véspera de Natal anunciando o nascimento de Jesus. No dia seis de janeiros, todos os anos, realizam uma grande missa de Reis na localidade de Balneário Rincão e após a missa saem em cantoria pelas casas da região.

Serviço:

Encontro de Terno de Reis
Local: 
Catedral Metropolitana de Florianópolis
Data: 
6 de janeiro às 18h30
Realização: 
Catedral Metropolitana de Florianópolis – Núcleo de Estudos Açorianos (NEA)
Informações: 
Joi – 99982-8938

Nota de pesar: falece o professor João Benjamin da Cruz Júnior
Publicado em 3 de janeiro de 2017

A UFSC comunica, com pesar, o falecimento nesta terça-feira, 3 de janeiro, do professor João Benjamim da Cruz Júnior, do Centro Socioeconômico (CSE).  O velório acontecerá numa das capelas do Cemitério Itacorubi (final da tarde/noite), e amanhã, quarta, o corpo será cremado em Palhoça, em ato reservado. Nascido em Itajaí no dia 13 de maio de 1946, era casado com Heloisa Helena Garcia da Cruz, de Florianópolis.

João Benjamin era graduado em Administração pela Udesc, Florianópolis, com doutorado pela University of Southern California, Estados Unidos e pós-doutorado em Formação de Quadros Gerenciais para a Administração do Desenvolvimento e da Integração Econômica pela Universidade do Minho, Portugal.

Quando jovem, foi radioator na Rádio Difusora de Laguna, locutor comercial, narrador esportivo, noticiarista, radioator e animador de programas de auditório na Rádio Difusora de Itajaí. Trabalhou ainda como diretor de planejamento e diretor de criação na A.S. Propague, em Florianópolis.

Foi professor dos cursos de graduação e pós-graduação em Administração da ESAG, da Fundação Getúlio Vargas e da School of Public Administration, University of Southern California, Los Angeles.

Desde 1981 era professor titular de graduação e pós-graduação da UFSC. Foi também professor visitante da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho e do Instituto Politécnico da Maia, ambos em Portugal.

 

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