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Informações Úteis Para os Estudantes da UFSC

FAM 2017 registra recorde de filmes inscritos
Publicado em 20 de março de 2017

famO 21º Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM) recebeu, este ano, um número recorde de inscrições. Ao todo foram 710 filmes, representando 30% a mais que o ano passado. As produções são oriundas de dez países: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e  Peru.

A tradicional Mostra de Curtas (Mercosul e Catarinense) continua sendo a de maior número de inscritos: 489. A mostra Doc-FAM, destinada a documentários com mais de 30 minutos de duração, recebeu 123 inscrições. Na Mostra Infantojuvenil, 45 produções estão aptas a serem selecionadas e na Mostra Videoclipe, 53.  Cerca de 10% das inscrições válidas são de produções catarinenses e mais de 20% são filmes estrangeiros.

O prazo para a divulgação dos filmes selecionados para o festival é 20 de maio. O FAM será realizado entre os dias 20 e 25 de junho, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Mais informações no site do FAM e pelo Facebook.

Projeto de Práticas Corporais da UFSC promove palestra sobre o Egito
Publicado em 20 de março de 2017

cartazfinal“Conexão Brasil-Egito: conversa com a antropóloga e egiptóloga Eman Emara Ellessy” é o tema da palestra promovida pelo Projeto de Práticas Corporais da UFSC nesta quarta-feira, 22 de março. A convidada, Eman Emara Ellessy, é mestre em antropologia pela Universidade do Cairo, egiptóloga e guia turístico licenciada pelo Ministério do Turismo. Ela veio diretamente do Egito para uma conversa sobre as influências da cultura africana no Brasil, especialmente a egípcia, relacionando antiguidade e a atualidade. A palestra ocorre às 18h30, no auditório do Espaço Físico Integrado (EFI). O evento é gratuito, aberto a todos e fornece certificado de 3 horas.

Mais informações sobre o evento no Facebook.

Time de softbol da UFSC em Araranguá completa cinco anos
Publicado em 20 de março de 2017

O time universitário de softbol da UFSC  em Araranguá está completando cinco anos. Em comemoração à data, o blog Softbol Brasil publicou uma entrevista com o técnico e fundador do time, Éverton Jasinski. Confira a história e os principais objetivos da equipe:

De onde veio a ideia de criar o time?

Em uma conversa entre professor e alunos, durante uma aula em 2012, surgiu a curiosidade dos discentes pelo Softbol. Equipamentos levados para a sala de aula e um primeiro treino marcado, com cerca de cinco pessoas, deram inicio à formação do time. Em 2012, o campus da UFSC em Araranguá não ofertava nenhuma modalidade esportiva para seus alunos. A ideia, portanto, foi muito bem recebida. A universidade contribuiu com espaço e manutenção e, atualmente, auxilia também com transporte para campeonatos universitários.

Como tem sido a adesão dos atletas?

Os atletas, em sua grande maioria, são alunos de graduação da UFSC. No início, a divulgação era feita em conversas pessoais e o número de atletas nos treinos era de dez a quinze pessoas. Hoje, com a divulgação nas mídias digitais, o número de participantes aumentou significativamente. Temos esse ano 28 atletas.

De quais eventos o time costuma participar? 

O time de Softbol da UFSC Araranguá participa dos campeonatos locais realizados pelo Floripa Ichiban, em Florianópolis, como o Torneio Interno e Campeonato Catarinense. Fora do estado, já participamos do campeonato universitário TUnicampS realizado em Campinas, São Paulo.

UFSC fem
Time feminino UFSC Araranguá

O principal foco do time é a participação em campeonatos de Softbal Misto. Mas já participamos em eventos com um time masculino e outro feminino. O time feminino da UFSC Araranguá foi o primeiro e, até o momento, ainda é o único time feminino de Softball de Santa Catarina.

Como você vê o time no futuro?

Temos como objetivo inserir cada vez mais a comunidade de Araranguá nos treinos. Pretendemos criar categorias de base e fazer com que o Softball deixe de ser um esporte desconhecido em nossa região.

O que você pode falar sobre o time?

O time vive em constante evolução  e a cada ano apresenta uma melhora significativa. Por ter um treinador que teve contato com o esporte somente em 2011 e ser formado por atletas que começaram com a idade próxima dos 20 anos, a equipe não conta com uma técnica refinada. Porém, esse obstáculo é superado pelo espírito de coletividade da equipe. Os atletas apresentam uma vibração e um espírito de solidariedade ímpar, cada ponto é vibrado como um Home Run e erros são superados por todos juntos.

Quais foram os momentos marcantes nesses cinco anos como técnico e jogador do time UFSC Araranguá?

V Torneio Unicamp de Softbol Misto.

V Torneio Unicamp de Softbol Misto.

Um deles foi a primeira vitória no TUnicampS em 2013. O time não possuía nem um ano de existência e foi para o campeonato para ganhar bagagem. Em um dos jogos a vitória aconteceu e foi comemorada como se o título do campeonato houvesse sido conquistado. Outro momento foi a conquista do segundo lugar chave ouro no TUnicampS em 2014. Ficar em segundo lugar geral na segunda participação do TUnicampS foi sem dúvida uma sensação de que o time tinha mudado de patamar em relação ao ano anterior.

Gostaria de aproveitar para agradecer ao Floripa Ichiban por todo incentivo e apoio no desenvolvimento do time, auxiliando-nos com equipamentos (jogo de bases, luvas etc) e também com a sua expertise. Quero agradecer também à UFSC por todo o apoio, e aos atletas, que são os principais responsáveis pelo crescimento do time.Também fomos campeões da chave prata em 2016, quando foram levados dois times ao TUnicampS (UFSC-A e UFSC-B). O jogo que culminou com o time da UFSC-A campeã da chave prata foi emocionante e terminou com invasão de campo de todos os atletas da UFSC.

Mais informações na página da equipe no Facebook ou pelo e-mail everton.fabian@ufsc.br.

Informações do blog Softbol Brasil.

Restaurante do Centro de Cultura e Eventos da UFSC volta a funcionar
Publicado em 20 de março de 2017

IMG_20170320_143316324A Secretaria de Cultura e Arte da UFSC informa que está reaberto o restaurante na praça de alimentação do Centro de Cultura e Eventos. O restaurante atende de segunda a sexta-feira, das 10h30 às 14h30, servindo pratos quentes e frios, além de opções vegetarianas. O preço do quilo é R$35,99.

A concessão de uso de área física da UFSC destinada à exploração e operação comercial de serviços de restaurante, no Centro de Cultura e Eventos, é resultado da licitação modalidade Pregão Eletrôniconº 047/2017, regido pelo contrato nº48/2017.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-4768.

UFSC sedia Congresso de Pesquisadores Negros da Região Sul em julho
Publicado em 20 de março de 2017

Copene SulO III Congresso de Pesquisadores Negros da Região Sul (Copene Sul) será realizado de 10 a 13 de julho, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As inscrições para apresentação de trabalho (comunicação oral, pôster, oficina e minicurso) vai até 9 de abril. Com o tema “Negras e negros no sul do Brasil: desenvolvimento, patrimônio e cultura afro-brasileira”, os participantes podem escolher entre os 20 eixos temáticos aqueles que dialogam com suas pesquisas.

Para os que residem fora de Florianópolis, a Comissão Executiva está organizando hospedagem solidária.

Mais informações no site do Copene Sul.

Projeto promove encontros semanais para meditação na UFSC
Publicado em 20 de março de 2017

O projeto de extensão Medita UFSC promove encontros todas as quartas-feiras, gratuitos e abertos à comunidade. Interessados podem participar, sem necessidade de experiência prévia em meditação.

As sessões, coordenadas pela professora Myriam Prata Barbejat, são realizadas das 12h15 às 13h, no auditório João Castro, no prédio da Engenharia de Produção (CTC). O projeto se estenderá até o fim do período letivo de 2017 – as sessões não são sequenciais, é possível ingressar a qualquer momento. Não é necessário levar nenhum material, a menos que alguém prefira sentar no chão com o seu tapetinho.

Enquanto a demanda for menor do que a capacidade do auditório, não haverá necessidade de inscrição, mas já existe uma lista de presença para os alunos que necessitarem certificado de extensão.

Mais informações pelo e-mail myriam.prata@ufsc.br.

 

 

PET Idiomas recebe inscrições até 22 de março para sorteio de vagas em cursos
Publicado em 20 de março de 2017

O Programa de Educação Tutorial (PET) Letras recebe inscrições até as 23 horas do dia 22 de março para os cursos de idiomas de 2017.1 do projeto PET Idiomas. Os cursos são gratuitos (com exceção de contribuição espontânea para custear cópias e materiais) e as vagas serão sorteadas.

A divulgação da primeira chamada será feita até o dia 24 de março no próprio site do PET. Se necessário, a segunda chamada será divulgada até dia 31 de março.

Cada candidato pode concorrer a apenas uma vaga, de somente um dos cursos ofertados, sob pena de eliminação da seleção. Caso o candidato sorteado não compareça à primeira aula e não apresente justificativa válida ao professor responsável, ele automaticamente perde sua vaga, que volta a ser preenchida mediante um novo sorteio, com base na listagem original de inscritos.

Mais informações e inscrições na página do PET Letras e pelo Facebook.

Atividades acadêmicas e administrativas funcionam normalmente na UFSC dia 24
Publicado em 20 de março de 2017

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa que no no dia 24 de março (sexta-feira), dia seguinte ao feriado de aniversário de Florianópolis, estão mantidas todas as atividades acadêmicas e administrativas, conforme Calendário Acadêmico 2017.

Professores da UFSC promovem palestra no Dia Nacional de Atenção à Disfagia
Publicado em 20 de março de 2017

Professores do curso de Fonoaudiologia da UFSC irá promover uma ação para divulgar aos pacientes e aos profissionais da área da saúde sobre a importância dos sintomas da disfagia de 20 a 22 de março. Nesta segunda-feira, 20 de março, às 17h30, uma palestra para os alunos interessados sobre o tema será realizada no Auditório da Graduação do CCS. Também haverá entrega de brindes e uma oficina para demonstração de espessante alimentar com a nutricionista Danile Boker – Assessora Técnica da Nestlé Health Science. CARTAZ_ação de disfagia 2017 (2)

O Dia Nacional de Atenção à Disfagia, 20 de março, foi instituído e criado pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) com o objetivo de auxiliar a população a reconhecer a disfagia, alertar sobre seu risco para a saúde, divulgar medidas de prevenção e orientar sobre o que fazer diante da suspeita desse sintoma.

A disfagia é sintoma de uma doença de base que pode acometer qualquer parte do trato digestivo desde a boca até o estômago e pode causar complicações como a desnutrição, a desidratação e complicações respiratórias.

O evento na UFSC está sob a coordenação das fonoaudiólogas da UFSC  Maria Cristina de Alencar Nunes, Karen Fontes Luchesi e Claudia Tieme Mituuti, com apoio do Centro Acadêmico Livre de Fonoaudiologia, da Qualifon e dos alunos do curso de fonoaudiologia.

Mais informações e inscrições pelo e-mail euapoio2017@gmail.com e na Sala da Qualifon.

Seletivas de voleibol masculino e feminino acontecem a partir desta semana
Publicado em 20 de março de 2017

As equipes de voleibol masculino e feminino da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizam seletivas a partir desta semana. Confira abaixo:

Peneira.VoleibolVoleibol Masculino e Feminino UFSC
Requisitos: Ser acadêmico(a) da UFSC; necessária experiência no sistema 5×1
Local: Ginásio 3 do Centro de Desportos (CDS)

  • 20/03 – Masculino – das 20h às 22h
  • 21/03 – Feminina – das 20h às 22h
  • 22/03 – Masculino – das 20h às 22h
  • 28/03 – Feminina – das 20h às 22h


Mais informações:
g.fischer@ufsc.br
https://www.facebook.com/VoleibolUFSC
Gabriela Senna: (48) 99841-4778

PET Conexões de Saberes seleciona bolsistas nesta semana
Publicado em 20 de março de 2017

Programa de Educação Tutorial (PET) Conexões de Saberes: comunidades populares urbanas acaba de publicar o Edital Nº01/2017, que oferece oito vagas para bolsistas que sejam estudantes matriculados em qualquer curso de graduação presencial do campus de Florianópolis da UFSC. Para participar do processo seletivo, basta inscrever-se de 20 a 24 de março, por meio do preenchimento do formulário de inscrição disponível no link e entregar a documentação exigida.

É necessário apresentar, além  do formulário preenchido e assinado, cópia da Carteira de identidade e CPF, histórico escolar da UFSC atualizado; comprovante de matrícula no semestre corrente; grade de horários do semestre corrente; cópia do comprovante de residência e um currículo resumido. Toda a documentação deve ser colocada no escaninho de número 46 (que se encontra em frente à sala 122 do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) – Bloco A, Secretaria do Departamento de Expressão Gráfica, em envelope lacrado endereçado para o professor Edmilson Rampazzo Klen, CCE/EGR – UFSC.

Mais informações estão disponíveis no edital e no site.

DIVULGA UFSC – 20/03/2017 – edição 844
Publicado em 20 de março de 2017

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

www.divulga.ufsc.br – 20/03/2017 – Edição 844

 

PMF interdita faixas próximas à UFSC e afeta trânsito no dia 21

A partir da próxima terça-feira, 21 de março, em virtude da obra de duplicação da Rua Deputado Antônio Edu Vieira, a Prefeitura Municipal de Florianópolis (PMF) interditará, em período integral, as duas faixas da esquerda da Avenida Professor Henrique da Silva Fontes (Av. Beira-mar), próximas ao Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE), Prefeitura Universitária (PU) e blocos do Centro de Ciências Biológicas (CCB) para execução de serviços no canteiro central. Acompanhe nas imagens, fornecidas pela PMF, os trechos interditados.

Câmara Municipal homenageia profissionais da UFSC com a Medalha João David Ferreira Lima

A Câmara de Florianópolis entregará hoje (20/3) Medalha Professor João David Ferreira Lima, que homenageia pessoas que tenham prestado relevantes serviços ao ensino superior no Município de Florianópolis. Representando a UFSC foram agraciados o jornalista Moacir Loth (Agecom) e os professores Antônio Ayrton Uberti Auzani (CCA) e Joana Maria Pedro (CFH). A sessão solene será nesta segunda-feira, 20, a partir das 16 horas, no Plenário da Câmara Municipal. Continue a leitura>>.

Mudanças nos prazos e datas do edital Bolsa Cultura 2017

As inscrições para o Edital Bolsa Cultura 2017 foram prorrogadas até o dia 21 de março. O programa disponibilizará até 60 bolsas, que serão concedidas por 12 meses, no período de 1º de abril de 2017 a 31 de março de 2018. O Programa de Bolsas de Extensão vinculadas às Ações de Arte e Cultura (BEAC) é gerenciado pela Secretaria de Cultura e Arte. Continue a leitura » ».

Lado bom e ruim do trote na universidade: integração e práticas abusivas convivem juntas

Tinta pelo corpo, roupas sujas, plaquinhas de papelão com apelidos, são cenas que ilustram o ritual de entrada dos calouros na Universidade. Semestre após semestre, veteranos preparam a cerimônia que é uma iniciação à vida social na graduação. A prática pode ter várias atividades, que variam de curso para curso, como brincadeiras, gincanas, e arrecadação de alimentos. Muitos alunos consideram o trote um passo muito importante, pois promove a integração entre os colegas novos e os mais antigos, mas ainda existem muitas ressalvas em relação à sua realização, principalmente a episódios violentos como agressões, humilhações públicas, consumo de álcool, abuso sexual, entre outros. Continue a leitura>>.

Projeto de monitoramento ambiental conclui três anos de coleta de dados

O Projeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno (MAArE/UFSC) está concluindo suas atividades e em breve disponibilizará um banco de dados e um livro com os resultados de todo o trabalho de campo desenvolvido ao longo de três anos. Coordenado pelas professoras Bárbara Segal Ramos e Andrea Santarosa Freire, do departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ/UFSC), o projeto teve início em junho de 2013 e contou com uma equipe de cerca de 80 pessoas. Continue a leitura>>.

Novo ciclo do Café com Dança apresenta documentário ‘Limiares’

O Café com Dança retorna em 2017 com a apresentação do documentário “Limiares sobre Anderson”. A apresentação será no dia 21 de março, terça-feira, às 14h30, na Sala Pitangueira, hall do segundo piso do Centro de Cultura e Eventos. Dirigido por Sandra Meyer, o documentário traz depoimentos de artistas, professores e pesquisadores sobre a trajetória do bailarino Anderson João Gonçalves (1964-2010), retratando como a sua carreira contribui para o registro da memória da dança catarinense e nacional. Além da exibição do documentário, o Café com Dança recebe a professora Sandra Meyer (Ceart/Udesc), responsável pela direção e roteiro do filme. Continue a leitura » ».

Estudo relaciona modelos de informações nutricionais com alimentação mais saudável

Uma pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) mostrou que os estudantes universitários optam por refeições mais saudáveis nos restaurantes dependendo do tipo de informação mostrada nos cardápios. O estudo foi realizado no Brasil e na Inglaterra, onde eram apresentados cardápios com diferentes informações nutricionais aos estudantes antes de se servirem. A pesquisadora espera que a partir do estudo possam ser adotadas medidas legislativas com relação às informações nutricionais nos cardápios do Brasil e do mundo. Continue a leitura » ».

Projeto ‘Filmes de Economia exibe ‘Rede Social’ dia 21 no CSE

A coordenação do projeto de extensão “Filmes de Economia” divulga o reinício das atividades na próxima terça-feira, 21 de março, das 16h às 18h, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE). Na sessão serão exibidos trechos do filme “Rede Social”. Na sequência haverá comentários do professor do Departamento de Ciências da Administração (CAD), Rogério Lacerda. O filme aborda os bastidores da criação do Facebook.  A sessão é gratuita e aberta ao público. Os participantes terão direito a certificado de 2 horas de atividade complementar. Mais informações no perfil no Facebook.

Revista da UFSC publica dossiê com artigos de experiências em Timor-Leste

Revista Perspectiva, do Centro de Ciências da Educação publicou um dossiê intitulado “Cooperações Educacionais entre países Sul-Sul: análises e perspectivas sobre o Timor-Leste e Moçambique”, o qual traz reflexões sobre cooperações internacionais educacionais entre Brasil, Moçambique, Portugal e Timor-Leste. Continue a leitura » » .

Exposição de fotografias sobre a Polônia inicia dia 21 no Centro de Cultura e Eventos

A partir do dia 21 de março, no Centro de Cultura e Eventos, será realizada a exposição de Joi Cletison, resultado de uma viagem à Polônia. Além disso, a exposição também comemora os 26 anos da criação da Sociedade Polônia de Florianópolis – Towarzystwo Polônia, em março de 1991. A mostra permanece até o dia 29 de abril, de segunda a sexta das 8h às 20h. Continue a leitura » ».

Obra publicada pela EdUFSC traz reflexões sobre como a sociedade vê a cultura surda

Diferentes identidades, histórias, subjetividades, línguas, valorização das formas de viver. Em As imagens do outro sobre a cultura surda, a autora, Karin Lilian Strobel, convida o leitor para uma série de questionamentos e reflexões acerca da forma como a sociedade vê os indivíduos surdos. Nascida no Paraná, Karin tem uma longa história de envolvimento com os movimentos que lutam pelo reconhecimento da língua de sinais e com outras mobilizações que permitiram avanços na compreensão dos chamados “estudos surdos”. Continue a leitura » ».

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Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Campus Reitor João David Ferreira Lima. Trindade. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

divulga@contato.ufsc.br / +55 (48) 3721-2824 / 3721-2825

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PET Direito promove debates com o tema ‘Direito e Resistência’ durante 2017
Publicado em 20 de março de 2017

O Programa de Educação Tutorial (PET) Direito retoma as atividades no dia 22 de março, e irá trabalhar, neste ano, com a temática “Direito e Resistência”. Ao longo de 2017, serão discutidos temas como direito de resistência, desobediência civil, objeção de consciência, direito de greve, revolução, autodeterminação dos povos e movimentos sociais, a partir de obras de autores como Angela Davis, Hannah Arendt, Jürgen Habermas, Rosa Luxemburgo, Frantz Fanon, Gayatri Spivak, entre outras.

Os encontros são abertos à comunidade acadêmica e ocorrerão quinzenalmente, às quartas-feiras, às 16h30, a partir de 22 de março, na sala 108 do Centro de Ciências Jurídicas. IMG_1943

Confira o cronograma prévio de leituras aqui: https://goo.gl/Pmo8c2.

No primeiro encontro, será abordada a questão da “Obediência e Resistência em Thomas Hobbes”. Para ele, foi selecionada parte da obra Leviatã. Matéria, forma e poder de um Estado eclesiástico e civil (1651), de Thomas Hobbes.  Como textos complementares, foram selecionados “A marca do Leviatã: linguagem e poder em Hobbes”, de Renato Janine Ribeiro (USP), e “Os dois deuses de Hobbes. Limites da obrigação política hobbesiana”, de Thamy Pogrebinschi (UERJ).

Os textos estão disponíveis no xerox do CSE na pasta do PET Direito e também em PDF em https://goo.gl/oC5QL5.

Mais informações pelo Facebook ou no site.

 

Projeto de extensão oferece atendimentos na Clínica de Fonoaudiologia para estudantes universitários
Publicado em 20 de março de 2017

O curso de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolve um projeto de extensão para oferecer auxílio aos estudantes universitários com dificuldades de leitura e escrita (compreensão de textos e para escrever textos).

Os atendimentos são realizados na Clínica de Fonoaudiologia todas as quintas-feiras, às 18h, e serão coordenados pela professora Ana Paula Santana.

Os interessados devem enviar um e-mail para lais.donida@gmail.com para agendar uma avaliação.

 

Saiba mais:
Clínica Escola de Fonoaudiologia

Câmara Municipal homenageia profissionais da UFSC com a Medalha João David Ferreira Lima
Publicado em 20 de março de 2017

A Câmara Municipal de Florianópolis homenageia nesta segunda-feira, 20 de março, às 16 horas, o jornalista Moacir Loth, a professora Joana Maria Pedro e o professor Antônio Ayrton Uberti Auzani, todos da UFSC, com a entrega da Medalha Professor João David Ferreira Lima.

Moacir Loth foi diretor da Agência de Comunicação (Agecom) da UFSC e coordenou o Programa de Jornalismo Científico (convênio Fapesc/UFSC). Sob a sua direção, em 1993, a agência ganhou o Prêmio José Reis de Divulgação Científica. Pelo Jornal de Santa Catarina, conquistou o Prêmio Esso de Jornalismo (Regional).

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Moacir Loth. Foto: Paulo R. Noronha/Agecom/UFSC

Loth nasceu em Blumenau e atua como jornalista há 42 anos, dos quais 35 dedicados à UFSC, onde ingressou em 1980. Em 1987 implantou a Política Pública de Comunicação, resultante de suas pesquisas e monografia de conclusão do curso de Especialização em Comunicação Social Integrada na Fundação Dom Cabral e PUC.

Ele também estruturou o trabalho de comunicação na Editora da UFSC, onde editou o jornal Leitura & Prazer. A repercussão de obras publicadas pela editora em cadernos de cultura de veículos nacionais projetou e consolidou a imagem da universidade no campo editorial.

Participou ainda da direção da ABJC, Conjai, Fenaj e Sindicato dos Jornalistas de SC, presidiu a Comissão Organizadora do 6º Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico e é autor do livro Educação, ideologia e constituição e organizador de Comunicando a ciência (ABJC, UFSC e Fenaj).

Joana Maria Pedro graduação em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1972), mestrado em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (1979) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1992). Fez pós-doutorado na França, na Université dAvignon, entre 2001 e 2002. Foi Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História entre 1993 e 1995, diretora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas entre 1996 e 2000, coordenadora do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas entre 2008 e 2012, pró-reitora de Pós-Graduação entre 2012 e 2016.

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Joana Maria Pedro. Foto: Jorge Wagner Behr/Agecom/UFSC

Ela é professora do Programa de Pós-Graduação em História e do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC. É também pesquisadora do IEG – Instituto de Estudos de Gênero. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República, atuando principalmente nos seguintes temas: feminismo, gênero, relações de gênero, história das mulheres, memória, história oral, história do tempo presente e história comparativa.

Professor titular da UFSC, Antônio Ayrton Uberti Auzani tem graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (1965), especialização em Morfologia Gênese Fotointerpretação e Classificação pela US Agency For International Development (1966), mestrado em Agronomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1981), doutorado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Catarina (2004), ensino-fundamental-primeiro-grau pelo Grupo Escolar Afonso Rodrigues (1951), ensino-médio-segundo-grau pelo Instituto de Educação Oswaldo Aranha (1960).

Possui aperfeiçoamento em Fotointerpretação e Geomorfologia, Interpretação de Imagens pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1987), Técnicas de Pesquisa e Experimentação Agropecuária pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (1978) e em Treinamento de Redação Técnico Científica e Pesquisa pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (1978). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Ciência do Solo.

Sinter divulga bolsa de estudos para participação em evento na Áustria
Publicado em 17 de março de 2017

O European Forum Alpbach, que ocorre de 16 de Agosto a 1º de setembro, no Tirol, Áustria, recebe inscrições, até 31 de março, para oferta de uma bolsa para participação no evento. Trata-se de uma ajuda de custo que cobre os gastos com  hospedagem e alimentação — passagens aéreas não estão inclusas. Podem se inscrever estudantes com menos de 30 anos. A programação do evento inclui seminários acadêmicos e sessões plenárias sobre o tema “Conflito e Cooperação”.

Mais informações no site do Fórum ou na página Oportunidades Internacionais.

Lançamento de livro sobre histórias da BU dia 22
Publicado em 17 de março de 2017

O livro “Entre estantes e entre tantos: histórias inusitadas na biblioteca” será lançado na próxima quarta-feira, dia 22 de março, às 18h, no auditório da Biblioteca Universitária (BU) da UFSC. A obra reúne histórias inusitadas que, até então, estavam apenas na memória de servidores da Biblioteca. A iniciativa partiu de um grupo que se sensibilizou com a riqueza desses relatos e iniciou o trabalho. O evento é gratuito e aberto ao público.

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Lado bom e ruim do trote na universidade: integração e práticas abusivas andam juntas
Publicado em 17 de março de 2017

Tinta pelo corpo, roupas sujas, plaquinhas de papelão com apelidos, são cenas que ilustram o ritual de entrada dos calouros na Universidade. Semestre após semestre, veteranos preparam a cerimônia que é uma iniciação à vida social na graduação. A prática pode ter várias atividades, que variam de curso para curso, como brincadeiras, gincanas, e arrecadação de alimentos. Muitos alunos consideram o trote um passo muito importante, pois promove a integração entre os colegas novos e os mais antigos, mas ainda existem muitas ressalvas em relação à sua realização, principalmente a episódios violentos como agressões, humilhações públicas, consumo de álcool, abuso sexual, entre outros.

Trote do Curso de Jornalismo. Foto: Giovanna Olivo

Trote do Curso de Jornalismo. Foto: Giovanna Olivo/Agecom/UFSC

Os trotes são proibidos nos estabelecimentos de ensino públicos e privados catarinenses pela Lei Estadual nº 15.431, de 2010. Pela lei, são considerados trotes, condutas e práticas que ofendam, constranjam e exponham de forma vexatória os alunos. Também são proibidas doações de bens e arrecadações de dinheiro nas sinaleiras. Porém, isso não impede que os estudantes continuem realizando essas ações abusivas dentro e fora da universidade. Com o objetivo de impedir os abusos durante o trote, organizações internas de alguns cursos adotam políticas de não-opressão e fazem uma espécie de fiscalização, para evitar práticas violentas. É o caso do Centro Acadêmico Livre de Jornalismo Adelmo Genro Filho (Calj) que oferece orientações aos veteranos – responsáveis  pela organização das atividades: “O Centro Acadêmico de Jornalismo se posiciona a favor de um trote sem opressão e, para que isso aconteça, a orientação aos veteranos é de que as ações de integração sejam pensadas de forma que nenhum calouro sofra gordofobia, lgbtfobia, racismo, machismo ou qualquer forma de preconceito”, explica Marina Zanin Negrão, estudante e integrante do grupo de gestão do Calj.

Os organizadores são orientados a pensar em atividades que não discriminem ou causem qualquer tipo de desconforto entre os calouros. Para garantir que essas ações não sejam realizadas, alguns membros do CA ficam encarregados de entrar em contato com os calouros por meio de redes sociais, antes mesmo da matrícula presencial, para alertar sobre condutas abusivas. Além dessa preparação, o CA promove dinâmicas de integração entre os calouros e alunos antigos do curso, como palestras sobre o mercado de trabalho e apresentações artísticas.

O curso de Psicologia busca uma recepção unificada aos calouros, promovendo palestras, conversas, e dando orientações. A coordenadora Raquel Barros diz que busca estar sempre em contato com o Centro Acadêmico de Psicologia Livre (Capsil) e ajudar o novo aluno a se ambientar no espaço da UFSC, e principalmente colocá-lo em contato com a coordenação e os veteranos. “Às vezes o trote expõe as pessoas a situações humilhantes, desagradáveis e entrar num local diferente, muitas vezes hostil por si só, pode repercutir psicologicamente no alunos. Pode haver pessoas que levem como brincadeira, mas têm pessoas que podem atrasar ainda mais a sua adaptação na Universidade”, completou.

Abusos

Falar sobre o trote ainda é um tabu, pois muitos alunos que sofreram algum tipo de preconceito ou abuso, sentem-se incomodados ao falar sobre o assunto, com medo de uma repercussão dentro do curso ou entre amigos. O relato de uma aluna da UFSC, que não quis se identificar, retrata bem os casos de opressão que acontecem durante os trotes: “Minha experiência com a recepção de veteranos na UFSC foi bastante traumatizante. Eu passei no curso há alguns anos, onde, infelizmente, as discussões sobre respeito no trote e respeito às mulheres ainda não estavam tão acaloradas quanto hoje”. A estudante conta que as primeiras interações com veteranos foram feitas por meio de redes sociais, onde os calouros se apresentavam e respondiam algumas perguntas. No primeiro contato pessoal, em um bar ao redor da universidade, os veteranos fizeram perguntas sobre a sexualidade dos novatos. Ela lembra que por ser bissexual foi bastante humilhada, assim como os colegas que se identificaram como homossexuais. Desde o início, os veteranos afirmavam que nenhum dos calouros era obrigado a participar dessas atividades, mas a universitária diz que havia uma coerção implícita que fazia com que os calouros se sujeitassem a situações abusivas, como pagar bebidas para os mais velhos. A estudante explica que se submeteu a essas situações por ser muito jovem e se sentir numa posição de inferioridade, com medo de não conseguir se inteirar ou fazer amigos.

Além dos acontecimentos em festas os calouros passaram por um trote sujo: “Pediram para as meninas desfilarem na frente de todo mundo, e nos sujaram muito. Pediram para gente recolher dinheiro no sinal, que seria R$ 60 de cada um. Obviamente, eu não consegui. Entreguei o dinheiro para os veteranos, eles me xingaram por não ter recolhido a quantia solicitada. Eu fui para casa chorando o caminho inteiro. Não fui na “festa do trote” que marca o fim da primeira semana de aula, assim como não fui em mais nenhuma festa ou bar do curso”.

Todo o constrangimento pelo qual passou fez com que ela trancasse a faculdade por um semestre e se dedicasse à terapia. “Até hoje minhas amizades no curso se resumem a quatro ou cinco pessoas. A maioria dos meus amigos da UFSC são de outros cursos. Eu não guardo mágoa alguma dos colegas que me humilharam durante o processo, porque acho que faz parte da ‘estrutura’ do trote. Você é humilhado e a redenção que tem é saber que poderá fazer o mesmo, ou pior, no semestre seguinte. Mas tem gente que não suporta. Como eu. O trote do meu curso, pelo que vi, melhorou 100% desde que sofri, principalmente por conta do feminismo, mas sempre que conheço algum calouro, recomendo para que não participe”.

O trote pode ser entendido como uma etapa que encerra um ciclo e que inicia o ensino superior. A antropóloga e pesquisadora do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC - Juliana Cavilha Mendes Losso - pontua que muitos calouros aceitam essas práticas como uma forma de envolvimento com a Universidade uma vez que o ritual oferece a eles o sentimento de pertencimento, e, que isso, de certa forma, faz parte da trajetória de um estudante universitário brasileiro. Mas, o que causa maior espanto à antropóloga, é que “tais rituais protagonizados nas dependências da UFSC e em seu entorno, estão ficando, com o passar dos anos, mais violentos, agressivos, racistas, homofóbicos, sexistas, transfóbicos, na contramão do compromisso assumido pela UFSC – seja de orientação sexual, identidade de gênero, étnico-raciais, pessoas com deficiência entre outros, mostrando, que de fato, tais rituais precisam ser revistos e ressignificados  pela comunidade universitária.”

Algumas alternativas aos trotes violentos são as atividades de integração, oficinas, gincanas e ações comunitárias, promovidas por diversos cursos. O caso mais conhecido e que abrange o maior número de estudantes é Trote Integrado do Centro Tecnológico (CTC), que envolve quase todos os cursos do centro, com o objetivo de arrecadar alimentos e roupas para ONGs e associações, além de estimular a doação de sangue. Os calouros são divididos em grupos de competição de acordo com seus cursos, e quanto maior a quantidade de doações mais pontos o grupo faz. Além disso, há uma gincana, que ocorre dentro da UFSC.

O evento foi criado há 12 anos a fim de substituir, ou tentar diminuir, os trotes sujos e ações que expõem os calouros a situações vexatórias. Uma das organizadoras do Trote Integrado, Luisa Torquato Niño – enfatiza que “a organização despreza qualquer comportamento que desrespeite a liberdade de expressão de todos os indivíduos envolvidos no evento. Veterano jamais será “dono de calouro”, assim como os calouros não podem se desrespeitar. Prezamos pela integração sem discriminação”.

Denúncias

A Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad) proporciona ações de cuidado e acolhimento, convivência saudável, integrada e inclusiva. Estudantes vítimas de preconceitos, seja racismo, machismo ou homofobia, podem e devem denunciar aos órgãos da UFSC. Qualquer tipo de agressão sofrida dentro da sua estrutura, ou por redes sociais, a Universidade irá apurar os fatos e, quando necessário, aplicar medidas cabíveis a cada caso.

Quem faz o primeiro atendimento e encaminha os casos para os órgãos responsáveis é a Secretaria de Segurança Institucional (SSI) da UFSC. Os denunciantes, por hábito e desconhecimento, recorrem à Ouvidoria, porém as denúncias referentes às discriminações podem ser entregues diretamente na Saad.

Os estudantes podem entrar em contato com  Saad pelo email: saad@contato.ufsc.br

Giovanna Olivo e Manuella Mariani/Estagiárias de Jornalismo/Agecom/UFSC

Novo ciclo do Café com Dança apresenta documentário ‘Limiares’
Publicado em 17 de março de 2017

downloadO Café com Dança retorna em 2017 com a apresentação do documentário “Limiares sobre Anderson”. A apresentação será no dia 21 de março, terça-feira, às 14h30, na Sala Pitangueira, hall do segundo piso do Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Dirigido por Sandra Meyer, o documentário traz depoimentos de artistas, professores e pesquisadores sobre a trajetória do bailarino Anderson João Gonçalves (1964-2010), retratando como a sua carreira contribui para o registro da memória da dança catarinense e nacional.

Além da exibição do documentário, o Café com Dança recebe a professora Sandra Meyer (Ceart/Udesc), responsável pela direção e roteiro do filme.

Sobre o filme

Limiares é um documentário com e sobre o bailarino Anderson João Gonçalves (Curitiba, 1964 – Florianópolis, 2010). Anderson criou coreografias, figurinos, cenografias e imagens fílmicas em diferentes contextos. Em Florianópolis, nos anos 1980 e 90, gerou ideias inovadoras e participou da fundação de coletivos de dança, além de dançar em companhias nacionais. Entre os anos 1994 e 2009, em cenas memoráveis, consolidou sua opção profissional, dedicando-se integralmente ao Grupo Cena 11 Cia de Dança.

O artista viveu intensamente as fronteiras entre arte e vida. Corporificou experiências múltiplas e limítrofes, constantemente atravessadas por sensações e desejos cada vez mais difíceis de se enquadrar em esquemas de representação. Na arte, encontrou suporte para ultrapassar seus limites. Na vida, quase. Limiares direciona as lentes para o ato de dançar, investe no ser artista, um corpo-artista, com suas indiossincrasias e intensidades.

O documentário inclui dois vídeos correlacionados: o primeiro, Limiares com Anderson, de 56 minutos; o segundo, Limiares sobre Anderson, de 82 minutos.

O segundo vídeo apresenta depoimentos de artistas, professores e pesquisadores. Adilso Machado, Alejandro Ahmed, Amarildo Cassiano, Jussara Belchior, Jussara Xavier, Karin Serafin, Marcela Reichelt, Marcos Klan, Mariana Romagnani, Mauren Esmanhoto e Vera Torres falam sobre os desafios da arte e do ser artista no convívio com Anderson, em cena e fora dela. A visibilidade de sua trajetória como artista contribui para o registro da memória da dança catarinense e nacional. As falas dos entrevistados sinalizam maneiras com que Anderson intensificava arte e vida e revelam o modo como foram afetados pela sua presença/ausência. Performer singular, ele sabia trabalhar com uma corporeidade própria, sem sucumbir a modelos idealizados de corpo e de movimento. Com inteligência e perspicássia, lidava em cena com maestria com o imprevisto e a mudança, fazendo de suas performances não raro um acontecimento.

Ficha técnica:

Limiares – com Anderson - duração 82 minutos

Direção – Sandra Meyer

Roteiro – Sandra Meyer, Pedro Alípio e Anderson do Carmo

Direção de fotografia – Pedro Alípio e Marco Martins

Edição – Jefferson Bittencourt

Finalização – Gustavo Dogo

Direção musical e composições – Diogo de Haro

Edição de som – Diogo de Haro

Produção executiva – Gláucia Grigolo

Arte Gráfica – Kamilla Nunes

Pesquisa – Sandra Meyer e Anderson do Carmo

Acervo de imagens – Anderson João Gonçalves, Cristiano Prim, Edu de Paula, Fernando Rosa, Grupo Cena 11 Cia de Dança, Jussara Xavier, Sandra Meyer, Marcela Reichelt, Pedro Alípio, Tiago Romagnani Silveira.

Câmera (entrevista 1) – Pedro Alípio

Câmera (entrevista 2) – Daniel Dombrosky e Marcelo Hammarstron
Entrevistas – Jussara Xavier e Pedro Alípio

Premiações:

- VIIo Prêmio Funcine de Produção Audio Visual “Armando Carreirão 2012”, numa realização do Fundo Municipal de Cinema e da Prefeitura de Florianópolis, com apoio cultural da Cinemateca Catarinense e da Fundação Cultural de Florianopolis Franklin Cascaes.

- Prêmio Catarinense de Cinema – Edição 2012, numa realização da Secretaria de Turismo, Culrura e Esporte, Fundação Catarinense de Cultura e Governo do Estado de Santa Catarina.

Sobre o artista

Anderson João Gonçalves (Curitiba, 1964 – Florianópolis, 2010) integrou como dançarino os grupos Ballet Desterro (SC), Voss Cia de Dança (SC), Jazz Brasil (SP), Vacilou Dançou (RJ), Raça Cia. de Dança (SP), Canvas Cia. de Dança (SP), Ballet Grupo 6 (SP) e Grupo Cena 11 Cia de Dança (SC).

Em Florianópolis, nos anos 1980 e 90, participou da fundação de coletivos tais como Voss Cia de Dança (SC) e Grupo Cena 11 Cia de Dança (SC), e criou cenografias, figurinos, coreografias e imagens fílmicas. Suas performances registram o surgimento do jazz e da dança moderna em Santa Catarina, bem como a consolidação da dança contemporânea.

Foi figurinista, coreógrafo e diretor do Grupo Cena 11 de 1986 a 1990, tendo dirigido e coreografado os espetáculos O importante é começar e Escândalo Urbano. A partir de 1993 dedica-se integralmente ao Cena 11 como intérprete e figurinista, sob direção de Alejandro Ahmed, permanecendo até 2009.

Em 2007, o espetáculo “Segredos Dançantes Contra Brutalidade Surda”, unia o coreógrafo Alejandro Ahmed e os bailarinos Anderson Gonçalves, Phelipe Janning e Volmir Cordeiro, além de Hedra Rockenbach na composição da trilha sonora. Ainda no mesmo ano participou do processo de pesquisa de imagem e elaboração de vídeos de “Occo”, espetáculo concebido e dançado por Marcela Reichelt, em Florianópolis. A parceria com a dançarina teve continuidade em 2009 com o espetáculo “Como Risco em Papel”.

Em 2008 recebeu o “Prêmio Cultura”, outorgado pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, e em 2012 a “Medalha Mérito Cultural Cruz e Sousa” in memoriam, por sua contribuição à cultura e arte do Estado de Santa Catarina.

Sobre a convidada: Sandra Meyer

Doutora em Artes, Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). Possui mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1998) e graduação em Educação Artística – Habilitação Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (1981). É professora Titular da Universidade do Estado de Santa Catarina desde 1989, atuando no Curso de Licenciatura em Teatro e no Programa de Pós-graduação em Teatro (mestrado e doutorado). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Dança e Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: corpo, movimento, cognição, improvisação, ação física e composição.

Sobre o projeto:

O Projeto Café com Dançafoi imaginado como uma forma de oportunizar momentos de intercâmbio entre artistas, professores, pesquisadores, coreógrafos e estudantes da área artística e comunidade interessada na reflexão sobre dança na contemporaneidade. Tem por intuito a promoção de ações ligadas à dança na Universidade Federal de Santa Catarina, tais como a organização de palestras, mesas de discussão, projeções de vídeo-dança, vídeo-documentários, conferências dançadas, vídeo-palestras e atividades afins. Pretende-se, dessa maneira, promover debates qualificados sobre questões relevantes e atuais envolvendo a dança em suas perspectivas pedagógica, histórica, sociopolítica e artística; assim como contribuir para a formação de um público crítico e receptivo a questões relativas à dança e à arte contemporânea.

Ficha técnica:

Coordenação: Vera Lúcia Amaral Torres – CDS/UFSC – Débora Zamarioli – ART/CCE

Bolsistas: Maria Madalena Mendes Britro – Igor Valentim Bruno
Identidade Visual: Mônica de Souza

Apoio: Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte)/UFSC – Centro de Desportos (CDS)/UFSC

Serviço:

O que: Café com Dança – Ciclo 2 – Apresentação do documentário  Limiares sobre Anderson

Quando: 21/03/2017 – terça-feira – 14h30

Onde: Sala Pitangueira – Hall segundo piso – Centro de Cultura e Eventos da UFSC

Convidada: Sandra Meyer (Ceart/Udesc)

Quanto: Gratuito

Mudanças nos prazos e datas do edital Bolsa Cultura 2017
Publicado em 17 de março de 2017

Cópia de Inscrições prorrogadas

A divulgação dos resultados preliminares do Edital Bolsa Cultura 2017 foi prorrogada para o dia 21 de março. Houve alteração também nas datas de entrega de recursos pelos coordenadores, que agora passa a ser nos dias 22 e 24 de março. O programa disponibilizará até 60 bolsas, que serão concedidas por 12 meses, no período de 1º de abril de 2017 a 31 de março de 2018.

O Programa de Bolsas de Extensão vinculadas às Ações de Arte e Cultura (BEAC) é gerenciado pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e tem por objetivo oferecer auxílio financeiro a estudantes de graduação; incentivar sua participação no processo de criação artístico-cultural; proporcionar o envolvimento de estudantes, servidores técnico-administrativos e professores efetivos em atividades artístico-culturais e estimular a participação dos estudantes em projetos de Cultura e Arte desenvolvidos pela UFSC.

Mais informações estão disponíveis no site da SeCArte.

Confira o novo cronograma:

Período para inscrição dos projetos de extensão pelos coordenadores 1 de fevereiro a 3 de março
Período de avaliação dos projetos homologados pela Comissão de Avaliação 6 a 17 de março
Divulgação do resultado preliminar na página da Secult e da UFSC 21 de março
Data para entrega de recursos pelos coordenadores na SeCArte 22 e 24 de março
Prazo para avaliação dos recursos pela SeCArte 27 a 29 de março
Divulgação do resultado final na página da SeCArte e da UFSC 31 de março
Prazo para os coordenadores contemplados enviarem à SeCArte o termo de compromisso do coordenador e os documentos dos bolsistas (formulários disponíveis na página da SeCArte). 31 de março a 10 de maio

 

 

DIVULGA UFSC – 17/03/2017 – edição 843
Publicado em 17 de março de 2017

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

www.divulga.ufsc.br – 17/03/2017 – Edição 843

Pesquisadores da UFSC promovem conferência sobre sistemas dinâmicos simbólicos

Uma conferência internacional sobre a teoria Sistemas Dinâmicos Simbólicos, área de estudos da Matemática, será realizada, entre 20 e 24 de março, em Florianópolis. Com o título III Workshop on dynamics, numeration, tilings and graph algebras (FloripaDynSys), o evento é organizado em parceria entre a UFSC e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Matemática (INCT). Continue a leitura>>.

Programa de Pós em Engenharia e Gestão do Conhecimento promove evento sobre ergonomia e aprendizagem

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC) participa da organização do 16º ERGODESIGN & USIHC e CINAHPA, que será realizado na UFSC entre os dias 5 e 9 de junho. O evento reúne três congressos internacionais que pretendem discutir temas relacionados com acessibilidade para pessoas com deficiência, design e ergodesign inclusivo em interfaces, arquitetura da informação, mídias digitais e ambientes hipermídia voltados para o processo de ensino-aprendizagem. O prazo para envio de trabalhos termina no próximo dia 20. A programação do evento conta com a participação de palestrantes da Holanda, do Canadá, do Uruguai e de Barcelona.Continue a leitura » » .

 

Inscrições para o concurso Salim Miguel da Edufsc vão até o dia 20 de março

Termina no dia 20 de março o período de inscrições o para o II Concurso Salim Miguel, que vai premiar uma obra de ficção inédita na categoria romance, redigida em língua portuguesa. Somente escritores catarinenses ou residentes no estado há pelo menos 05 anos podem concorrer. Continue a leitura » ».

Inscrições para o Programa Escala de Estudiantes de Grado até 20 de março

A Secretaria de Relações Internacionais (Sinter/UFSC) informa que estão abertas as inscrições para o Programa Escala de Estudiantes de Grado, promovido no âmbito da Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM). O Programa é destinado aos estudantes de graduação da UFSC. Serão treze vagas, distribuídas entre universidades da Argentina, do Chile, do Paraguai e do Uruguai.  As inscrições deverão ser realizadas até o dia 20 de março de 2017. Conheça todas as normas do Programa no  Edital 4/2017/Sinter.

Programa de Pós-Graduação em Filosofia promove aula magna no dia 20 de março

O Departamento de Filosofia e o Programa de Pós-Graduação em Filosofia promovem aula magna no dia 20 de março com o professor Denis Coitinho (Unisinos/CNPq). O encontro será no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), às 19h, e contará com o lançamento do livro “Contratos & virtudes: por uma teoria moral mista”. Antes, das 14h30 às 17h, haverá discussão do livro. Mais informações no site.

Rede Nacional de Ensino e Pesquisa lança chamada para promover acesso aberto a dados de pesquisa

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) abriram uma chamada para financiar um grupo de pesquisa sobre acesso aberto a dados de pesquisa (AADP). O objetivo é executar atividades que contribuam para a identificação de práticas, mapeamento de requisitos e prototipação de sistemas que facilitem a disseminação de informações científicas. A chamada visa colaborar com a criação de um Programa Nacional de Acesso Aberto a Dados de Pesquisa, iniciativa com o objetivo de promover e incentivar o compartilhamento de dados entre pesquisadores, conferindo maior eficiência na produção de conhecimento científico no Brasil. Continue a leitura>>.

Planejamento Participativo discute ações na comunicação da UFSC para os próximos quatro anos

No ano em que completa 25 anos, a Agência de Comunicação (Agecom) realizou seu Planejamento Participativo, com a colaboração do professor Cristiano José Castro de Almeida Cunha (EGC). O processo considerou as diretrizes do serviço público federal e tomou como base o Estatuto da UFSC e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2015-2019, com o objetivo de propor ações alinhadas aos objetivos da instituição. Continue a leitura>>.

Hall do Centro de Cultura e Eventos: espaço para arte, ensino e extensão

O hall de entrada do Centro de Cultura e Eventos é um espaço disponível na UFSC para exposição e divulgação de trabalhos produzidos pela comunidade universitária. A permanência de exposição é de 15 a 30 dias, com auxílio da equipe do Departamento de Cultura e Eventos (DCEven) para a montagem. Para reservar o espaço, o interessado deve entrar em contato pelo e-mail Descrição: Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher. ou pelos telefones (48) 3721-6318 e  3721-9781. Continue a leitura>>.

Departamento Artístico-Cultural abre inscrições para oficina de Decupagem e Mosaico Estilizado

O Departamento Artístico Cultural (DAC/SeCArte) está com inscrições abertas para a oficina de arte com técnica de Decupagem e Mosaico Estilizado. As inscrições são por ordem de chegada e devem ser feitas na sede do DAC (no edifício do Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha). A atividade é gratuita e aberta à comunidade, com vagas limitadas. Continue a leitura>>.

Livro sobre Direito Marítimo e Portuário tem participação de professor da UFSC

O professor Eduardo Antonio Temponi Lebre, do Departamento de Direito é um dos autores que participam da obra “Direito Marítimo e Portuário: estudos em homenagem ao professor Sérgio Matte”, que acaba de ser lançada. Eduardo publica um capítulo, em coautoria com a professora Eliane Octaviano Martins, sobre o regime sociojurídico da Busca e Salvamento (SAR) e Salvados. O professor é coordenador do Laboratório de Estudos em Direito Aquaviário e Ciência da Navegação (AQUASEG/AQUALAB), que desenvolve pesquisa, ensino e extensão visando o desenvolvimento do transporte aquaviário. Mais informações pelo telefone (48) 3721-6743 e pela página do Laboratório.

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Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Campus Reitor João David Ferreira Lima. Trindade. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

divulga@contato.ufsc.br / +55 (48) 3721-2824 / 3721-2825

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Projeto de monitoramento ambiental da UFSC conclui três anos de coleta de dados
Publicado em 16 de março de 2017

Integrantes do projeto MAArE durante última expedição oceanográfica.
Integrantes do projeto MAArE durante última expedição oceanográfica

O Projeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno (MAArE/UFSC) está concluindo suas atividades e em breve disponibilizará um banco de dados e um livro com os resultados de todo o trabalho de campo desenvolvido ao longo de três anos. Coordenado pelas professoras Bárbara Segal Ramos e Andrea Santarosa Freire, do Departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ/UFSC), o projeto teve início em junho de 2013 e contou com uma equipe de cerca de 80 pessoas (entre pesquisadores, técnicos, bolsistas e pessoal de apoio).

A Reserva Biológica Marinha do Arvoredo é uma área de 17.600 hectares de superfície, situada ao norte da Ilha de Santa Catarina, entre Florianópolis e Bombinhas. A região abrange as Ilhas do Arvoredo, Deserta, Galé, Calhau de São Pedro e a área marinha que circunda esse arquipélago. Por ser considerado um espaço de grande importância biológica, em 12 de março de 1990 a reserva foi decretada unidade de conservação federal, de proteção integral. Nesse contexto, o MAArE foi criado com o objetivo de realizar o monitoramento ambiental da região, através da amostragem de diferentes indicadores biológicos para a avaliação da conservação do ecossistema marinho. Entre esses indicadores estão peixes, algas, crustáceos, invertebrados e plâncton. Outra finalidade era verificar a ocorrência de espécies invasoras, como o coral sol, que pode gerar danos no ecossistema.

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC.

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC.

O projeto também buscou caracterizar as condições de correntes e marés, oceanográficas e meteorológicas, além de avaliar a sazonalidade de características da água (temperatura, salinidade, nutrientes, material em suspensão, clorofila) e o estado de contaminação dos sedimentos por metais e hidrocarbonetos (derivados de petróleo). Bárbara afirma que esse monitoramento é cada vez mais importante: “Estamos presenciando intensas transformações do ambiente natural. Temos dados remotos e sensores de temperatura da água do mar que podem indicar como as mudanças climáticas estão afetando nossa região costeira. Associado aos dados físicos, o contínuo acompanhamento dos indicadores biológicos permite compreender as influências das mudanças, o que indicará as adaptações necessárias à gestão, com o objetivo de resguardar importantes recursos naturais dessa área de grande relevância biológica.”

De caráter multidisciplinar, o MAArE contou com a participação de diversos laboratórios de pesquisa da UFSC, nas áreas de Geociências, Biologia, Química e Engenharia Ambiental — além das parcerias com a Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e a Universidade do Vale do Itajaí (Univali). O projeto teve recursos  da Petrobras, originado a partir deuma condicionante indicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no âmbito do processo de licenciamento ambiental relacionado às atividades nos campos petrolíferos de Baúna e Piracaba, região Sul do Brasil. Todos os produtos do projeto serão entregues ao Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Professora Andrea Freire, durante a última expedição do projeto. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC.
Professora Andrea Freire, durante a última expedição do projeto. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Workshop

Além da rotina de pesquisa e coleta de dados, o MAArE promoveu atividades de formação e troca de experiências. Uma delas foi o workshop “Monitoramento para apoio à gestão de Unidades de Conservação marinhas do Brasil”, realizado em novembro de 2015, em Florianópolis. O evento reuniu pesquisadores, gestores e representantes das Unidades de Conservação (UC) Marinha do Brasil e centros de pesquisa. “Vieram representantes de quase todas as unidades: Arraial do Cabo, Abrolhos, Atol das Rocas, Laje de Santos, Cagarras no Rio de Janeiro, Fernando de Noronha… de todo o Brasil. E a vinda deles foi financiada pelo projeto”, afirma a professora Andrea.

O objetivo principal era definir os parâmetros ambientais que deveriam ser medidos continuamente para garantir uma boa gestão das unidades de conservação. Para isso, foram convidados pesquisadores e analistas ambientais de diferentes estados do país que já trabalhavam com monitoramento em unidades de conservação e haviam passado por experiências semelhantes. Alguns deles haviam, inclusive, elaborado um manual sobre como monitorar as comunidades bentônicas marinhas e estuarinas (formadas por animais e vegetais que vivem no fundo do mar ou na interface com a costa). A ideia era que os gestores fossem subsidiados com informações consistentes para que as unidades tivessem uma administração mais eficiente. “Monitorar todos os dados é muito caro, demanda muitos equipamentos e muita gente especializada. As UCs não têm muita verba e os profissionais de cada equipe geralmente desenvolvem múltiplas funções. Por isso tivemos que nos perguntar: o que é prioridade? O que mais vai contribuir para a unidade de conservação? O que não requer tanto recurso? Os pesquisadores chegaram então a um consenso quanto ao que é mais importante e elencaram possibilidades para UCs em diferentes situações”, explica Andrea.

Foto: Daniela Caniçali/Agecom/UFSC.
Foto: Daniela Caniçali/Agecom/UFSC

Banco de dados

Todos os dados coletados durante os três anos de pesquisa em campo estão sendo padronizados em um sistema de informação, que futuramente será disponibilizado para a sociedade. “Os gestores e profissionais do ICMBio terão acesso livre imediatamente. Para o público de forma geral será preciso aguardar um período de carência, para que os pesquisadores tenham tempo de trabalhar com os dados”, explica Andrea. Segundo a professora, o tempo de carência pode variar de dois a cinco anos, conforme a demanda de cada pesquisador. Após esse período, todas as informações brutas do banco de dados poderão ser fontes de estudos para pesquisadores de diversas áreas: Oceanografia, Biologia, Ecologia, Engenharia Ambiental, entre outras. “O volume de dados é enorme. Ainda se pode gerar muito material acadêmico. Levará décadas até que todas as informações sejam trabalhadas”, afirma.

Foto: Marcio Soldateli.

Foto: Marcio Soldateli.

As informações também poderão ser úteis a mergulhadores e curiosos sobre a vida marinha. Além dos dados brutos, haverá um repositório de dados já trabalhados: relatórios, teses, dissertações, monografias. O acesso a esses trabalhos estará disponível desde o lançamento do banco de dados, que está previsto para maio. A ferramenta seguirá um padrão internacional e poderá ser  integrada com diversos outros bancos de dados biológicos internacionais, com um sistema de busca inteligente, permitindo cruzar diversas palavras-chaves. “Isso é inédito, não existe algo assim no Brasil. Esse é o primeiro projeto que terá os dados organizados e disponibilizados dessa forma. Isso é muito importante, pois os dados não se perdem. E como pesquisadores, essa questão é sempre uma grande preocupação nossa. Produzimos uma quantidade enorme de dados que muitas vezes são subutilizados ou se perdem com o tempo. Esse banco de dados evitará que isso aconteça”, afirma Andrea. A pesquisadora acrescenta que o banco de dados de Santa Catarina pode servir de referência e inspiração para que as outras UCs marinhas do Brasil também desenvolvam sistemas para catalogar e disponibilizar informações de suas regiões.

Livro

Outro produto do projeto MAArE será um livro de divulgação científica. “Nossa ideia é reunir arte e ciência. Por isso o livro tem um componente artístico muito grande. Um dos organizadores da obra, João Paulo Krajewski, além de pesquisador, é também fotógrafo. O que pretendemos não é apenas divulgar resultados científicos, mas divulgá-los em uma linguagem acessível, com enorme cuidado estético e artístico”, diz Andrea. Todos os elementos visuais — ilustrações, fotografias e gráficos — estão sendo trabalhados minuciosamente por uma equipe qualificada. “As informações coletadas são fruto de um trabalho científico muito consistente, por isso é importante que o livro atinja o público de forma efetiva, com um material acessível e, sobretudo, atraente”, afirma. A previsão de lançamento da obra é meados de maio.

Flora Agnelli  (à esquerda), realizando coleta durante última expedição do MAArE no mar. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC
Flora Agnelli (à esquerda), realizando coleta durante última expedição do MAArE no mar. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Formação

Há um consenso entre os pesquisadores envolvidos com o MAArE de que outro grande mérito do projeto foi a formação de recursos humanos. “É indiscutível a quantidade de pessoas que aprenderam embarcando, trabalhando, fazendo divulgação de ciência, desenvolvendo tese de doutorado e dissertação de mestrado, participando da Sepex, auxiliando na administração do projeto. Os alunos que passaram por esse projeto tiveram uma formação consistente em oceanografia e biologia. Em todos os embarques havia alunos de graduação que, muitas vezes, estavam embarcando pela primeira vez. Ao todo, foram cerca de 105 saídas a campo no mar para coleta e cerca de 30 saídas em terra para manutenção de equipamentos e sensores de maré e meteorologia”, afirma Andrea.

Foto: Bruna Gregoletto.

Foto: Bruna Gregoletto.

A professora ressalta que muitos alunos aprenderam efetivamente a trabalhar em campo, trabalhar em laboratório e divulgar os resultados: “O que me marcou, o que mais me deu satisfação foi perceber a capacidade desse projeto de contribuir para a formação de tantas pessoas. Quem passou pelo projeto MAArE vai sair da universidade com uma outra formação, tanto em termos profissionais, como pessoais. Ter a experiência de trabalho em um projeto tão grande e tão multidisciplinar é muito enriquecedor.”

Os estudantes confirmam isso. Para Lucas Molessani, graduando em Oceanografia, o projeto contribuiu muito para sua formação: “Adquiri muita experiência, que vai desde a parte burocrática, de escrever relatórios, até a parte prática, de estar embarcado, fazer a filtração da água, analisar a clorofila… Eu fiquei mais preparado para o que vou enfrentar pela frente.” Flora Agnelli, graduanda em Ciências Biológicas, também diz estar muito realizada pela oportunidade de participar do MAArE: “Eu ajudei na coleta de água, nos arrastos de fitoplâncton e zooplâncton. O projeto foi muito importante para mim, tanto porque estou fazendo meu TCC com os dados coletados, como também por tudo que aprendi embarcando.”

Segundo Andrea, os recursos do projeto também propiciaram a aquisição de muitos equipamentos que integram agora o patrimônio da universidade. “Durante o projeto, esse equipamentos eram de de uso exclusivo nosso, mas agora poderão ter diversos outros fins. Também foram feitas mudanças na estrutura dos laboratórios para atender às novas demandas e armazenar os equipamentos de forma apropriada. Tudo isso beneficiará futuros pesquisadores.”

Futuro

Foto: Daniela Caniçali/Agecom/UFSC
Foto: Daniela Caniçali/Agecom/UFSC

A ideia é que o projeto MAArE tenha continuidade e que o banco de dados seja um armazenador permanente de informações sobre a Reserva Biológica do Arvoredo. “Ainda não sabemos com que formato prosseguiremos com o projeto, tanto em termos de estrutura física, como financeira. Temos que conseguir um novo patrocinador. Mas uma vez que continue, continuaremos abastecendo a plataforma e publicando os resultados das pesquisas”, explica Andrea.

Bárbara ressalta que a continuidade do monitoramento será importante para detectar mudanças na qualidade da água e respostas dos organismos, em um contexto de influências das ações humanas regionais e locais, originadas do uso da terra no entorno da unidade de conservação. “O MAArE detectou uma influência de águas continentais bem próximo à reserva. O rápido e desordenado crescimento que temos visto na zona costeira gera inúmeras fontes de resíduos, que tendem a se acumular nas águas costeiras de forma praticamente ‘invisível’, já que estão sob a água. Felizmente não foram encontrados níveis altos de poluentes, mas conhecer o patamar atual para acompanhar no futuro é fundamental”, afirma.

Sobre o banco de dados, consulte aqui.

Um vídeo da última expedição oceanográfica do projeto está disponível aqui.

Mais informações no site do projeto ou pelos telefones (48) 3721-4739 | (48) 3721-5161.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC

Palestra ‘Patentes de de invenções implementadas em Software’ nos campi Florianópolis e Araranguá
Publicado em 16 de março de 2017

patente softwareA Secretaria de Inovação (Sinova) da UFSC promove a palestra “Patentes de invenções implementadas em Software”, no dia 4 de abril, às 10h, no Auditório da Reitoria, no Campus Florianópolis, e às 16h30, no Campus Araranguá, em local a definir. As inscrições são gratuitas pelo site www.sinova.ufsc.br/eventos.

Em 2016, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) emitiu uma resolução que dá uma nova interpretação à Lei de Propriedade Industrial, no sentido de analisar processos que são implementados por Software como Patentes de Invenção. A palestra objetiva dirimir as dúvidas que surgem sobre este assunto.

Mais informações: sinova.ufsc.br

Inscrições abertas para 20 vagas em grupo de apoio a pessoas com doenças dermatológicas
Publicado em 16 de março de 2017

O Serviço de Atenção Psicológica (Sapsi), em parceria com o Serviço de Dermatologia do Hospital Universitário (HU), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), abre inscrições para o Grupo de Apoio às pessoas com Dermatite Atópica, Psoríase e Vitiligo. As inscrições vão do dia 27 de março ao dia 11 de abril. Serão oferecidas 20 vagas e as inscrições deveram ser feitas com a coordenadora do Grupo, Carla Schubert Sengl, pelo telefone (48) 3721-9402.


O objetivo geral desta atividade é apoiar pessoas com doenças dermatológicas, colaborando para seu enfrentamento. O grupo será coordenado pela psicóloga Carla Schubert Sengl com colaboração do médico dermatologista Daniel Holthausen Nunes, ambos da UFSC. As atividades serão no período de 19 de abril a 7 de junho, nas quartas-feiras, das 18h30 às 20h no Centro de Filosofias e Ciências Humanas (CFH) da UFSC.

Mais informações e inscrições: (48) 3721-9402

PMF altera para dia 27 interdição no canteiro da Avenida Beira-Mar para obras de duplicação
Publicado em 16 de março de 2017

A Prefeitura Municipal de Florianópolis enviou novo comunicado à Administração Central da UFSC sobre a interdição das duas faixas da esquerda da Avenida Professor Henrique da Silva (Beira-Mar), que agora acontece a partir do próximo dia 27, segunda-feira, e não mais dia 21, como tinha sido previsto. O trecho que será interditado fica próximo ao Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE), Prefeitura Universitária (PU) e blocos do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da universidade federal e o serviço será executado no canteiro central em virtude da obra de duplicação da Rua Deputado Antônio Edu Vieira.

Acompanhe nas imagens, fornecidas pela PMF, os trechos interditados:

 

 

 

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